" Amo a liberdade, por isso as coisas que amo deixo-as livres. Se voltarem é porque as conquistei Se não voltarem é porque nunca as tive . "
domingo, 23 de outubro de 2011
- A galinha do vizinho
É uma das brincadeiras mais simples . As crianças formam uma grande roda e dão -se as mãos. Depois correm em círculo cantando:
A galinha do vizinho.
Bota ovo amarelinho.
Bota um,
Bota dois,
Bota três,
Bota quatro,
Bota cinco,
Bota seis,
Bota sete,
Bota oito,
Bota nove,
Bota dez!
ZONA RURAL E URBANA
PARA TRABALHAR O TEMA ZONA RURAL E URBANA UMA SUGESTÃO BOA É FAZER A MAQUETE OS ALUNOS SE ENVOLVEM MAIS NA AULA E A APRENDIZAGEM SE TORNA DIVERTIDA
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
"Sou o que quero ser, porque possuo apenas uma vida e nela só tenho uma chance de fazer o que quero.
Tenho felicidade o bastante para fazê-la doce dificuldades para fazê-la forte,
Tristeza para fazê-la humana e esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas,
elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos."
Clarice Lispector
Tenho felicidade o bastante para fazê-la doce dificuldades para fazê-la forte,
Tristeza para fazê-la humana e esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas,
elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos."
Clarice Lispector
Mensagem
Há Momentos
Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector
Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Alfabetização
alfabetizar é ir além de ler e escrever
É de pequena que a criança desenvolve a curiosidade em saber ler e escrever, tornando a pergunta: “lê pra mim?” famosa. E é com alegria que pais e professores acompanham os primeiros passos à escrita – reconhecendo letras, palavras e formação de frases. O processo de alfabetização da criança começa exatamente neste período e tem sua continuidade com a chegada do ano escolar.
No entanto, é preciso ressaltar que alfabetizar vai muito além da decodificação de letras, ou seja, do usual aprender a ler e escrever. É função do professor usar a metodologia da Língua Portuguesa no processo da alfabetização, orientando o aluno ao uso da escrita e leitura de modo interpretativo, para que seja possível à criança não só ler e escrever, mas compreender o que foi lido e saber fazer uso da palavra.
A este processo dá-se o nome de letramento. Ler, compreender o conteúdo, interpretar e poder discutir o tema são características de um aluno letrado. “Ao assumir estas peculiaridades, educador e aluno entram num processo interdisciplinar, no qual a criança compreende que o que aprende nas aulas de Língua Portuguesa pode e deve ser usado em outras disciplinas, ou seja, ela não vai simplesmente decorar uma passagem de História ou nomes de Geografia, mas sim, entender cada fato e interagir com o conteúdo”, explica o educador e doutorando em Educação e Linguagem pela Universidade de São Paulo (USP), José Luís Landeira.
Ao escolher a escola, é fundamental que os pais se atenham à preocupação de como é feita a alfabetização dos alunos.Uma boa escola é aquela que se atém na criação e preparação do conteúdo das aulas, valorizando o discurso dos alunos, explorando a criatividade e auxiliando nas expressões oral e escrita. “É preciso saber como a escola prepara o aluno para a alfabetização. É importante conhecer como é feito o uso da biblioteca e como são as aulas”, completa o educador. Atividades devidamente contextualizadas de escrita que levem o aluno a pensar sobre determinadas situações com as quais convive no dia-a-dia e a refletir para se expressar é um exemplo de aula planejada.
Exatamente por causa da falta de integração das disciplinas, é comum ouvir as crianças dizendo que gostam mais de uma ou outra matéria, fazendo uso de uma atitude compartimentada. E geralmente, ela gosta daquela em que tira as melhores notas. Respeitando as individualidades de cada um, às vezes este “não gostar” de alguma disciplina está relacionado à não compreensão do conteúdo.
As escolas estão se empenhando neste processo de integração com professores que se preparam cada vez mais. “Professor que consome leitura e faz uso da escrita é professor que pensa, constrói raciocínio e sabe defendê-los”. Por isso, é fundamental que papais e mamães incentivem a leitura de suas crianças e continuem respondendo afirmativamente à questão: “lê pra mim?”.
Dicas
Exemplos de aulas criativas:
Elaboração de jornal escolar, com matérias e pautas pensadas pelos alunos, sob a supervisão do professor.
Aulas dinâmicas, que levem o aluno a pensar e discutir sobre temas atuais.
Aulas na biblioteca, incentivando o aluno à leitura e fazendo da visita ao local um hábito.
Jogos e projetos educativos interdisciplinares.
Decoração das salas de aulas com trabalhos realizados pelos próprios alunos, valorizando a imaginação e o uso do que foi ensinado em sala.
É de pequena que a criança desenvolve a curiosidade em saber ler e escrever, tornando a pergunta: “lê pra mim?” famosa. E é com alegria que pais e professores acompanham os primeiros passos à escrita – reconhecendo letras, palavras e formação de frases. O processo de alfabetização da criança começa exatamente neste período e tem sua continuidade com a chegada do ano escolar.
No entanto, é preciso ressaltar que alfabetizar vai muito além da decodificação de letras, ou seja, do usual aprender a ler e escrever. É função do professor usar a metodologia da Língua Portuguesa no processo da alfabetização, orientando o aluno ao uso da escrita e leitura de modo interpretativo, para que seja possível à criança não só ler e escrever, mas compreender o que foi lido e saber fazer uso da palavra.
A este processo dá-se o nome de letramento. Ler, compreender o conteúdo, interpretar e poder discutir o tema são características de um aluno letrado. “Ao assumir estas peculiaridades, educador e aluno entram num processo interdisciplinar, no qual a criança compreende que o que aprende nas aulas de Língua Portuguesa pode e deve ser usado em outras disciplinas, ou seja, ela não vai simplesmente decorar uma passagem de História ou nomes de Geografia, mas sim, entender cada fato e interagir com o conteúdo”, explica o educador e doutorando em Educação e Linguagem pela Universidade de São Paulo (USP), José Luís Landeira.
Ao escolher a escola, é fundamental que os pais se atenham à preocupação de como é feita a alfabetização dos alunos.Uma boa escola é aquela que se atém na criação e preparação do conteúdo das aulas, valorizando o discurso dos alunos, explorando a criatividade e auxiliando nas expressões oral e escrita. “É preciso saber como a escola prepara o aluno para a alfabetização. É importante conhecer como é feito o uso da biblioteca e como são as aulas”, completa o educador. Atividades devidamente contextualizadas de escrita que levem o aluno a pensar sobre determinadas situações com as quais convive no dia-a-dia e a refletir para se expressar é um exemplo de aula planejada.
Exatamente por causa da falta de integração das disciplinas, é comum ouvir as crianças dizendo que gostam mais de uma ou outra matéria, fazendo uso de uma atitude compartimentada. E geralmente, ela gosta daquela em que tira as melhores notas. Respeitando as individualidades de cada um, às vezes este “não gostar” de alguma disciplina está relacionado à não compreensão do conteúdo.
As escolas estão se empenhando neste processo de integração com professores que se preparam cada vez mais. “Professor que consome leitura e faz uso da escrita é professor que pensa, constrói raciocínio e sabe defendê-los”. Por isso, é fundamental que papais e mamães incentivem a leitura de suas crianças e continuem respondendo afirmativamente à questão: “lê pra mim?”.
Dicas
Exemplos de aulas criativas:
Elaboração de jornal escolar, com matérias e pautas pensadas pelos alunos, sob a supervisão do professor.
Aulas dinâmicas, que levem o aluno a pensar e discutir sobre temas atuais.
Aulas na biblioteca, incentivando o aluno à leitura e fazendo da visita ao local um hábito.
Jogos e projetos educativos interdisciplinares.
Decoração das salas de aulas com trabalhos realizados pelos próprios alunos, valorizando a imaginação e o uso do que foi ensinado em sala.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Cantinho de Leitura
meu cantinho de leitura
Escola Cantinho Alegre
2010
Assim os livros ficam visíveis e ao alcance das crianças.
Este é um exemplo de um Cantinho da Leitura.É simples criar um ambiente acolhedor e estimulante para a Leitura e ao contrário do que se pensa não é necessário tanto dinheiro.
O objetivo principal é o de fomentar o gosto pela leitura desde o início das etapas de escolaridade. O incentivo do adulto deve ser fundamental nesse processo, sendo o mediador entre a criança e o livro.
Escola Cantinho Alegre
2010
Assim os livros ficam visíveis e ao alcance das crianças.
Este é um exemplo de um Cantinho da Leitura.É simples criar um ambiente acolhedor e estimulante para a Leitura e ao contrário do que se pensa não é necessário tanto dinheiro.
O objetivo principal é o de fomentar o gosto pela leitura desde o início das etapas de escolaridade. O incentivo do adulto deve ser fundamental nesse processo, sendo o mediador entre a criança e o livro.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Como a Aprendizagem Acontece?
O aprender com compreensão é um processo pessoal, que acontece dentro da cabeça de cada um. Esse processo exige que o aprendiz pense por si próprio.
Assim, para a Psicologia Cognitiva, simplesmente receber informações de um professor não é suficiente para que o aluno aprenda com compreensão, porque, nesse caso, o aluno fica passivo, não pensa com a própria cabeça.
A Psicologia estudou também quais objetos ou atividades ajudam na aprendizagem. Ela tem mostrado que o pensamento e o aprendizado da criança desenvolvem-se ligados à observação e investigação do mundo. Quanto mais a criança explora as coisas do mundo, mais ela é capaz de relacionar fatos e idéias, tirar conclusões, ou seja, mais ela é capaz de pensar e compreender.
Sabe-se que os princípios psicopedagógicos que estimulam as crianças a aprender, estão interrelacionados e são interdependentes, sendo eles a auto-estima, motivação, aprendizagem e disciplina.
No campo afetivo, devemos ajudar os alunos a criar sentimentos positivos em relação a si mesma. Quando o aluno se sente útil e seguro, o processo de aprendizagem escolar estará garantido. Sendo assim, a afetividade e atenção dos pais é muito importante.
No campo cognitivo, devemos enriquecer e ampliar o vocabulário do estudante. O aprendizado de novas palavras tem como objetivo possibilitar a obtenção de melhores resultados na escola e ajudar o aluno a ordenar o pensamento em função do mundo em que vive.
Deve-se ainda, valorizar o desenvolvimento do raciocínio lógico - matemático, da psicomotricidade, e do aspecto sócio-emocional contribuindo adequadamente para que o aluno seja ajudada amplamente, onde todas as partes do desenvolvimento são atendidas no momento certo.
O ser humano aprende o tempo todo, e as crianças também, mas não necessariamente aquilo que os pais tentam ensinar-lhes de forma intencional.
O processo ensino-aprendizagem nem sempre é direto, nem tudo que se ensina, se aprende, e às vezes aprendem-se coisas que não se pretendem ensinar.
E nada mais enriquecedor do que propor atividades criativas e desafiadoras que podem acontecer em qualquer lugar, até mesmo na areia da praia.
O lúdico através de jogos, brincadeiras, músicas, e dramatizações é muito motivador, devendo acontecer em casa e na escola, em especial na sala de aula, onde a aprendizagem vira ofício do brincar e a vida escolar um enorme prazer.
É necessário identificar quais atividades são relevantes para modificar o comportamento da criança e despertar o seu interesse, pois montar um quebra-cabeça pode ser gratificante para uma criança, mas pode ser um castigo para outra; o que revela o caráter subjetivo do reforço.
Aprende-se também por meio da observação, por modelos e ações dos outros. A aprendizagem por observação explica também certas tendências agressivas das crianças, os impulsos consumistas induzidos pela publicidade e determinadas condutas consideradas anti-sociais, entre outras manifestações de comportamento.
É por meio da Experiência, da Observação e da Exploração de seu ambiente, que a criança constrói seu conhecimento, modifica situações, reestrutura seus esquemas de pensamento, interpreta e busca soluções para fatos novos o que favorece e muito, o desenvolvimento intelectual da criança, principalmente, na fase pré-escolar.
Sabe-se que as crianças pensam de maneira diferente dos adultos, que cada criança pensa diferentemente de outra e que o pensamento evolui, passa por estágios e em cada estágio, a criança tem uma maneira especial de compreender e explicar as coisas do mundo.
Assim, para a Psicologia Cognitiva, simplesmente receber informações de um professor não é suficiente para que o aluno aprenda com compreensão, porque, nesse caso, o aluno fica passivo, não pensa com a própria cabeça.
A Psicologia estudou também quais objetos ou atividades ajudam na aprendizagem. Ela tem mostrado que o pensamento e o aprendizado da criança desenvolvem-se ligados à observação e investigação do mundo. Quanto mais a criança explora as coisas do mundo, mais ela é capaz de relacionar fatos e idéias, tirar conclusões, ou seja, mais ela é capaz de pensar e compreender.
Sabe-se que os princípios psicopedagógicos que estimulam as crianças a aprender, estão interrelacionados e são interdependentes, sendo eles a auto-estima, motivação, aprendizagem e disciplina.
No campo afetivo, devemos ajudar os alunos a criar sentimentos positivos em relação a si mesma. Quando o aluno se sente útil e seguro, o processo de aprendizagem escolar estará garantido. Sendo assim, a afetividade e atenção dos pais é muito importante.
No campo cognitivo, devemos enriquecer e ampliar o vocabulário do estudante. O aprendizado de novas palavras tem como objetivo possibilitar a obtenção de melhores resultados na escola e ajudar o aluno a ordenar o pensamento em função do mundo em que vive.
Deve-se ainda, valorizar o desenvolvimento do raciocínio lógico - matemático, da psicomotricidade, e do aspecto sócio-emocional contribuindo adequadamente para que o aluno seja ajudada amplamente, onde todas as partes do desenvolvimento são atendidas no momento certo.
O ser humano aprende o tempo todo, e as crianças também, mas não necessariamente aquilo que os pais tentam ensinar-lhes de forma intencional.
O processo ensino-aprendizagem nem sempre é direto, nem tudo que se ensina, se aprende, e às vezes aprendem-se coisas que não se pretendem ensinar.
E nada mais enriquecedor do que propor atividades criativas e desafiadoras que podem acontecer em qualquer lugar, até mesmo na areia da praia.
O lúdico através de jogos, brincadeiras, músicas, e dramatizações é muito motivador, devendo acontecer em casa e na escola, em especial na sala de aula, onde a aprendizagem vira ofício do brincar e a vida escolar um enorme prazer.
É necessário identificar quais atividades são relevantes para modificar o comportamento da criança e despertar o seu interesse, pois montar um quebra-cabeça pode ser gratificante para uma criança, mas pode ser um castigo para outra; o que revela o caráter subjetivo do reforço.
Aprende-se também por meio da observação, por modelos e ações dos outros. A aprendizagem por observação explica também certas tendências agressivas das crianças, os impulsos consumistas induzidos pela publicidade e determinadas condutas consideradas anti-sociais, entre outras manifestações de comportamento.
É por meio da Experiência, da Observação e da Exploração de seu ambiente, que a criança constrói seu conhecimento, modifica situações, reestrutura seus esquemas de pensamento, interpreta e busca soluções para fatos novos o que favorece e muito, o desenvolvimento intelectual da criança, principalmente, na fase pré-escolar.
Sabe-se que as crianças pensam de maneira diferente dos adultos, que cada criança pensa diferentemente de outra e que o pensamento evolui, passa por estágios e em cada estágio, a criança tem uma maneira especial de compreender e explicar as coisas do mundo.
Alfabetização/ Letramento
Letramento é uma tradução para o português da palavra inglesa “literacy” que pode ser traduzida como a condição de ser letrado. Um indivíduo alfabetizado não é necessariamente um indivíduo letrado. Alfabetizado é aquele indivíduo que sabe ler e escrever; letrado é aquele que sabe ler e escrever, mas que responde adequadamente às demandas sociais da leitura e da escrita. Alfabetizar letrando, é ensinar a ler e escrever no contexto das práticas sociais da leitura e da escrita, assim o educando deve ser alfabetizado e letrado. A linguagem é um fenômeno social, estruturada de forma ativa e grupal do ponto de vista cultural e social. A palavra letramento é utilizada no processo de inserção numa cultura letrada.
O conhecimento das letras é apenas um meio para o letramento, que é o uso social da leitura e da escrita. Para formar cidadãos atuantes e interacionistas, é preciso conhecer a importância da informação sobre letramento e não de alfabetização. Letrar significa colocar o aluno no mundo letrado, trabalhando com os distintos usos de escrita na sociedade. Essa inclusão começa muito antes da alfabetização, quando a criança começa a interagir socialmente com as práticas de letramento no seu mundo social. O letramento é cultural, por isso muitas crianças já vão para a escola com o conhecimento alcançado de maneira informal absorvido no cotidiano. Ao conhecer a importância do letramento, deixamos de exercitar o aprendizado automático e repetitivo, baseado na descontextualização.
Na escola o aluno deve interagir firmemente com o caráter social da escrita e ler e escrever textos significativos. A alfabetização se ocupa da aquisição da escrita pelo indivíduo ou grupos de individuos, o letramento focaliza os aspectos sócio-históricos da aquisição de um sistema escrito por uma sociedade. “Em termos sociais mais amplos, o letramento é apontado como sendo produto do desenvolvimento do comércio, da diversificação dos meios de produção e da complexidade crescente da agricultura. Ao mesmo tempo, dentro de uma visão dialética, torna-se uma causa de transformações históricas profundas, como o aparecimento da máquina a vapor, da imprensa, do telescópio, e da sociedade industrial como um todo”.
A alfabetização deve se desenvolver em um contexto de letramento como início da aprendizagem da escrita, como desenvolvimento de habilidades de uso da leitura e da escrita nas práticas sociais que envolvem a língua escrita, e de atitudes de caráter prático em relação a esse aprendizado; entendendo que a alfabetização e letramento, devem ter tratamento metodológico diferente e com isso alcançar o sucesso no ensino aprendizagem da língua escrita, falada e contextualizada nas nossas escolas. Letramento é informar-se através da leitura, é buscar notícias e lazer nos jornais, é interagir selecionando o que desperta interesse, divertindo-se com as histórias em quadrinhos, seguir receita de bolo, a lista de compras de casa, fazer comunicação através do recado, do bilhete, do telegrama. Letramento é ler histórias com o livro nas mãos, é emocionar-se com as histórias lidas, e fazer, dos personagens, os melhores amigos. Letramento é descobrir a si mesmo pela leitura e pela escrita, é entender quem a gente é e descobrir quem podemos ser.
O conhecimento das letras é apenas um meio para o letramento, que é o uso social da leitura e da escrita. Para formar cidadãos atuantes e interacionistas, é preciso conhecer a importância da informação sobre letramento e não de alfabetização. Letrar significa colocar o aluno no mundo letrado, trabalhando com os distintos usos de escrita na sociedade. Essa inclusão começa muito antes da alfabetização, quando a criança começa a interagir socialmente com as práticas de letramento no seu mundo social. O letramento é cultural, por isso muitas crianças já vão para a escola com o conhecimento alcançado de maneira informal absorvido no cotidiano. Ao conhecer a importância do letramento, deixamos de exercitar o aprendizado automático e repetitivo, baseado na descontextualização.
Na escola o aluno deve interagir firmemente com o caráter social da escrita e ler e escrever textos significativos. A alfabetização se ocupa da aquisição da escrita pelo indivíduo ou grupos de individuos, o letramento focaliza os aspectos sócio-históricos da aquisição de um sistema escrito por uma sociedade. “Em termos sociais mais amplos, o letramento é apontado como sendo produto do desenvolvimento do comércio, da diversificação dos meios de produção e da complexidade crescente da agricultura. Ao mesmo tempo, dentro de uma visão dialética, torna-se uma causa de transformações históricas profundas, como o aparecimento da máquina a vapor, da imprensa, do telescópio, e da sociedade industrial como um todo”.
A alfabetização deve se desenvolver em um contexto de letramento como início da aprendizagem da escrita, como desenvolvimento de habilidades de uso da leitura e da escrita nas práticas sociais que envolvem a língua escrita, e de atitudes de caráter prático em relação a esse aprendizado; entendendo que a alfabetização e letramento, devem ter tratamento metodológico diferente e com isso alcançar o sucesso no ensino aprendizagem da língua escrita, falada e contextualizada nas nossas escolas. Letramento é informar-se através da leitura, é buscar notícias e lazer nos jornais, é interagir selecionando o que desperta interesse, divertindo-se com as histórias em quadrinhos, seguir receita de bolo, a lista de compras de casa, fazer comunicação através do recado, do bilhete, do telegrama. Letramento é ler histórias com o livro nas mãos, é emocionar-se com as histórias lidas, e fazer, dos personagens, os melhores amigos. Letramento é descobrir a si mesmo pela leitura e pela escrita, é entender quem a gente é e descobrir quem podemos ser.
O Professor Perfeito
Deixemos as coisas claras: aqui, “perfeito” não quer dizer “sem defeito”, mas, acima de tudo, “o que também é possível”. Falemos então de “O melhor ensino possível”. Começo com uma das minhas citações preferidas sobre o tema:
“O professor mediocre fala. O bom professor explica. O professor mais competente demonstra. O grande professor inspira.” – William Arthur Ward
E há outra citação que, a meu ver, completa esta primeira:
“Educação não é encher um balde, mas ascender um fogo” – William Butler Yeats
A lembrança mais importante é a de que “a melhor maneira de ensinar é a de proporcionar aos alunos o gosto de aprender. ”Uma vez que isso acontece, a única coisa necessária é alimentar o fogo.” Uma vez estabelecido o princípio, vamos ao como.
Há três qualidades que permitem que o professor inspire os alunos: a amabilidade, a credibilidade e a erudição (erudição aqui rima com “conhecimentos gerais” e “saberia”). A amabilidade depende da capacidade que o ensinante tem de simpatizar-se com os alunos. Já me disseram que a aprendizagem em parte acontece por causa do desejo de agradar aquele que nos ensina. A credibilidade engloba de tudo um pouco: capacidade de gerir os tempos de aula, capacidade de manter certa ordem na classe, profissionalismo etc. Um professor sem cara de professor não inspira nem autoridade, nem respeito. Finalmente, falemos da erudição. Ela transparece nos conhecimentos que o professor revela nos seguintes planos: na matéria ensinada (evidentemente), nos métodos de ensino (tanto os velhos quanto os novos), na percepção da realidade daqueles que ensina, na atualidade, etc.
Um professor que possui cada uma destas qualidades e que procura melhorá-las no seu ofício é um ensinante perfeito.
“O professor mediocre fala. O bom professor explica. O professor mais competente demonstra. O grande professor inspira.” – William Arthur Ward
E há outra citação que, a meu ver, completa esta primeira:
“Educação não é encher um balde, mas ascender um fogo” – William Butler Yeats
A lembrança mais importante é a de que “a melhor maneira de ensinar é a de proporcionar aos alunos o gosto de aprender. ”Uma vez que isso acontece, a única coisa necessária é alimentar o fogo.” Uma vez estabelecido o princípio, vamos ao como.
Há três qualidades que permitem que o professor inspire os alunos: a amabilidade, a credibilidade e a erudição (erudição aqui rima com “conhecimentos gerais” e “saberia”). A amabilidade depende da capacidade que o ensinante tem de simpatizar-se com os alunos. Já me disseram que a aprendizagem em parte acontece por causa do desejo de agradar aquele que nos ensina. A credibilidade engloba de tudo um pouco: capacidade de gerir os tempos de aula, capacidade de manter certa ordem na classe, profissionalismo etc. Um professor sem cara de professor não inspira nem autoridade, nem respeito. Finalmente, falemos da erudição. Ela transparece nos conhecimentos que o professor revela nos seguintes planos: na matéria ensinada (evidentemente), nos métodos de ensino (tanto os velhos quanto os novos), na percepção da realidade daqueles que ensina, na atualidade, etc.
Um professor que possui cada uma destas qualidades e que procura melhorá-las no seu ofício é um ensinante perfeito.
Como motivar seu aluno em sala de aula?
Aluno desmotivado não aprende, e se não aprende começa a tentar desviar a atenção dos outros. Em pouco tempo você já tem vários alunos com problemas. Tente motivar seus alunos com aulas mais atraentes e diversificadas.
Leve músicas, violão, vídeos, jogos, torne a aula mais dinâmica e faça com que eles participem mais, tomando uma parte da responsabilidade do andamento das coisas em suas mãos.
Antes de começar uma matéria nova, dê uma introdução e peça a eles que pesquisem sobre o assunto, na aula seguinte faça perguntas e através delas construa sua aula.
Em vez de escrever as coisas na lousa, leve cartazes coloridos e com desenhos ou figuras, além de ficar mais interessante para eles, você poderá usá-los de novo com outras turmas, além de poupar o tempo que você gasta enchendo a lousa.
Em vez de praticar a matéria com folhas de testes para preencher, faça um jogo ou brincadeiras, há várias sujestões no blog Coelho da Cartola, que você pode usar da forma que estão, adaptar ou simplesmente usar como inspiração para criar as suas.
Dê tarefas criativas, nas quais o aluno coloque em prática aquilo que aprendeu, como entrevistas com membros da família e amigos, desenhos e gráficos. Dê trabalhos em grupo na classe e fora dela para promover a interação dos membros da classe, tornando o ambiente amigável e cooperativo.
Faça as coisas de maneiras diferentes, surpreenda seu aluno, para que ele nunca saiba como será sua aula.
Leve músicas, violão, vídeos, jogos, torne a aula mais dinâmica e faça com que eles participem mais, tomando uma parte da responsabilidade do andamento das coisas em suas mãos.
Antes de começar uma matéria nova, dê uma introdução e peça a eles que pesquisem sobre o assunto, na aula seguinte faça perguntas e através delas construa sua aula.
Em vez de escrever as coisas na lousa, leve cartazes coloridos e com desenhos ou figuras, além de ficar mais interessante para eles, você poderá usá-los de novo com outras turmas, além de poupar o tempo que você gasta enchendo a lousa.
Em vez de praticar a matéria com folhas de testes para preencher, faça um jogo ou brincadeiras, há várias sujestões no blog Coelho da Cartola, que você pode usar da forma que estão, adaptar ou simplesmente usar como inspiração para criar as suas.
Dê tarefas criativas, nas quais o aluno coloque em prática aquilo que aprendeu, como entrevistas com membros da família e amigos, desenhos e gráficos. Dê trabalhos em grupo na classe e fora dela para promover a interação dos membros da classe, tornando o ambiente amigável e cooperativo.
Faça as coisas de maneiras diferentes, surpreenda seu aluno, para que ele nunca saiba como será sua aula.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM, QUESTÃO PSICOPEDAGÓGICA?
Resumo:
Este artigo tem como objetivo apresentar uma reflexão sobre aspectos relativos às dificuldades de aprendizagem, bem como a importância da Psicopedagogia em estabelecer diretrizes para a resolução dessas dificuldades e a responsabilidade do educador em proporcionar o bom desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem.
Palavras-chave: Dificuldades de aprendizagem, Educação, Pedagogia, Psicopedagogia.
Durante muito tempo, a criança com dificuldades de aprendizagem, era encaminhada a um especialista para confirmar sua “normalidade”. Conforme fosse o resultado desse diagnóstico, a criança era encaminhada para classes ou escolas especiais que ofereciam um ensino diferenciado, contudo todo esse processo de deslocamento conseqüentemente também vinha de encontro com um processo de desmotivação por parte da criança, tendo em vista ser necessário um novo processo de adaptação a uma nova estrutura educacional, a novas relações humanas com os colegas, enfim, a todo um retrocesso do intuito de sanar a dificuldades apresentadas pelo aluno.
Quando professores e educadores têm uma reflexão psicopedagógica é mais fácil analisar o porquê do seu aluno não aprender e quais os fatores que levam o aluno a ter dificuldades no processo de aprendizagem. Muitas das vezes os mesmos tendem a procurar um culpado para isso tudo, e o maior crucificado é o meio familiar em que o aluno vive por sua postura e comportamento. Sempre há uma desculpa dos fatores que levam o aluno a ter dificuldades. Preguiça, lentidão ou apenas falta de atenção ou de interesse são algumas delas, que muitas das vezes são usadas pelos educadores como forma de tirar de suas costas a responsabilidade, no entanto, essas desculpas tendem a contribuir para o agravamento dessas dificuldades, deixando o aluno cada vez mais desmotivado a apreender.
Não existe ensinar sem aprender e com isto eu quero dizer mais do que diria se dissesse que o ato de ensinar exige a existência de quem ensina e de quem aprende. (FREIRE, 1993).
Essa necessidade da existência de quem ensina e de quem aprende é fator importantíssimo no processo educacional, pois é através dessa consciência que ambos, educador e aluno constroem vínculos indispensáveis para a aprendizagem.
É inegável que o processo ensino-aprendizagem é um processo construído sociointeracionalmente, entre ensinante-aprendente-meio, a fim de que todos os componentes possam desfrutar do processo cognitivo, que é o processo de aprendizagem.
A interação entre o mestre e o estudante é essencial para a aprendizagem, e o mestre consegue essa sintonia, levando em consideração o conhecimento das crianças, fruto de seu meio. (FREINET, 2002).
Muitos dos problemas enfrentados na escola, entre eles a indisciplina e a dislexia provêm de várias situações sócioafetivas não resolvidas no decorrer dos anos. É uma série de sentimentos que vivenciam no meio e que se refletem na aprendizagem, às vezes, positivamente e, às vezes, negativamente.
A dificuldade de aprendizagem é um tema que deve ser estudado levando-se em conta todas as esferas em que o indivíduo participa (família, escola, sociedade, etc...) Sabe-se que nunca há uma causa única para o fracasso escolar e que também um aluno com dificuldade de aprendizagem não é um aluno que tem deficiência mental ou distúrbios relativos, na verdade, existem aspectos fundamentais que precisam ser trabalhados para obter-se um melhor rendimento em todos os níveis de aprendizagem e conhecimento. Quando falamos de aprendizagem e conhecimento não estamos nos referindo somente a conteúdos disciplinares, mas também a conhecimento e desenvolvimento vital que são tão importantes quanto.
A aprendizagem está diretamente relacionada à conduta. É aprendendo que reformulamos nossa maneira de atuar no mundo e sobre ele. (SOARES, 2003).
O educador enquanto mediador do processo ensino-aprendizagem, bem como protagonista na resolução e estudo das dificuldades de aprendizagem deve obter orientações específicas para que desenvolva um trabalho consciente e que promova o sucesso de todos os envolvidos no processo.
Dizer que a escola não oferece condições satisfatórias para o desenvolvimento de um trabalho que atenda as necessidades e dificuldades de cada aluno é, com certeza, revelar-se acomodado, pois para que aconteça a superação das dificuldades no ensino é necessário um ingrediente especial que é a CONDIÇÃO HUMANA; sendo os subsídios materiais apenas recursos dispensáveis. A escola é sim um espaço privilegiado para o bom desenvolvimento da aprendizagem, pois através dela o aluno pode ter um convívio direto com novas perspectivas de conhecimentos e diferentes contatos com indivíduos ímpares.
Quanto a nós, embora possamos considerar um conjunto de fatores, como o são a motivação e auto-estima do aluno e o envolvimento dos pais, entre outros, será a qualidade do ensino ministrado que fará a diferença. A paciência, o apoio e o encorajamento prestado pelo professor serão com certeza os impulsionadores do sucesso escolar do aluno, abrindo-lhe novas perspectivas para o futuro. (CORREIA, 2005)
Vivemos num momento em que o acorde para as necessidades do aluno vem à tona. Surge no espaço pedagógico a reflexão de que a escola não pode ser apenas transmissora de conteúdos e conhecimentos, muito mais que isso, a escola tem a tarefa primordial de “reconstruir” o papel e a figura do aluno, deixando o mesmo de ser apenas um receptor, proporcionando ao aluno que seja o criador e protagonista do seu conhecimento. Levar o aluno a pensar e buscar informações para o seu desenvolvimento educacional, cultural e pessoal é uma das tarefas primordiais e básicas da educação. Para isso se fazem necessárias medidas urgentes e precisas.
As dificuldades de aprendizagem devem ser levadas em conta, não como fracassos, mas como desafios e serem enfrentados, e ao se trabalhar essas dificuldades, trabalha-se respectivamente a dificuldades existentes na vida, dando oportunidade ao aluno de ser independente e de reconstruir-se enquanto ser humano e indivíduo.
Segundo Paulo Freire (2003), o espaço pedagógico é um texto para ser constantemente “lido”, interpretado, “escrito” e “reescrito”. Essa leitura do espaço pedagógico pressupõe também uma releitura da questão das dificuldades de aprendizagem.
Infelizmente, a aprendizagem, em algumas instituições continua seguindo o modelo tradicionalista, onde é imposta e não mediada, criando uma passividade entre aquele que sabe e impõe e aquele que obedece calado.
É necessário levar em conta também os efeitos emocionais que essas dificuldades acarretam, se faz necessário para a criança um suporte humano e apoiador para que a mesma possa se libertar do que a faz ter dificuldade.
É importantíssimo ressaltarmos toda contribuição da Psicopedagogia, promovendo uma análise mais aprofundada de tudo relativo à aprendizagem proporcionando uma reestruturação e reinterpretação do verdadeiro fator que leva às dificuldades de aprendizagem, reconhecendo-se que essas dificuldades fazem parte de um sistema bio-psico-social que envolve a criança, a família, a escola e o meio social em que vive.
Como bem define o papel da Psicopedagogia e seus interesses, o Prof. João Beauclair (2004) diz que: enquanto área de conhecimento multidisciplinar interessa a Psicopedagogia compreender como ocorre os processos de aprendizagem e entender as possíveis dificuldades situadas neste movimento.
É louvável dizer que só conseguiremos mediar as dificuldades de aprendizagem, quando lidarmos com nossos alunos de igual para igual; quando fizermos da aprendizagem um processo significativo, no qual o conhecimento a ser aprendido e apreendido faça algum sentido para o aluno não somente na sua existência educacional como também na sua vida cotidiana.
Enfim, não devemos tratar as Dificuldades de aprendizagem como se fossem problemas insolúveis, mas, antes disso, como desafios que fazem parte do próprio processo da Aprendizagem, a qual pode ser normal ou não-normal. Também parece ser consensual a necessidade imperiosa de se identificar e prevenir o mais precocemente possível as Dificuldades de aprendizagem, de preferência ainda na pré-escola.
Este artigo tem como objetivo apresentar uma reflexão sobre aspectos relativos às dificuldades de aprendizagem, bem como a importância da Psicopedagogia em estabelecer diretrizes para a resolução dessas dificuldades e a responsabilidade do educador em proporcionar o bom desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem.
Palavras-chave: Dificuldades de aprendizagem, Educação, Pedagogia, Psicopedagogia.
Durante muito tempo, a criança com dificuldades de aprendizagem, era encaminhada a um especialista para confirmar sua “normalidade”. Conforme fosse o resultado desse diagnóstico, a criança era encaminhada para classes ou escolas especiais que ofereciam um ensino diferenciado, contudo todo esse processo de deslocamento conseqüentemente também vinha de encontro com um processo de desmotivação por parte da criança, tendo em vista ser necessário um novo processo de adaptação a uma nova estrutura educacional, a novas relações humanas com os colegas, enfim, a todo um retrocesso do intuito de sanar a dificuldades apresentadas pelo aluno.
Quando professores e educadores têm uma reflexão psicopedagógica é mais fácil analisar o porquê do seu aluno não aprender e quais os fatores que levam o aluno a ter dificuldades no processo de aprendizagem. Muitas das vezes os mesmos tendem a procurar um culpado para isso tudo, e o maior crucificado é o meio familiar em que o aluno vive por sua postura e comportamento. Sempre há uma desculpa dos fatores que levam o aluno a ter dificuldades. Preguiça, lentidão ou apenas falta de atenção ou de interesse são algumas delas, que muitas das vezes são usadas pelos educadores como forma de tirar de suas costas a responsabilidade, no entanto, essas desculpas tendem a contribuir para o agravamento dessas dificuldades, deixando o aluno cada vez mais desmotivado a apreender.
Não existe ensinar sem aprender e com isto eu quero dizer mais do que diria se dissesse que o ato de ensinar exige a existência de quem ensina e de quem aprende. (FREIRE, 1993).
Essa necessidade da existência de quem ensina e de quem aprende é fator importantíssimo no processo educacional, pois é através dessa consciência que ambos, educador e aluno constroem vínculos indispensáveis para a aprendizagem.
É inegável que o processo ensino-aprendizagem é um processo construído sociointeracionalmente, entre ensinante-aprendente-meio, a fim de que todos os componentes possam desfrutar do processo cognitivo, que é o processo de aprendizagem.
A interação entre o mestre e o estudante é essencial para a aprendizagem, e o mestre consegue essa sintonia, levando em consideração o conhecimento das crianças, fruto de seu meio. (FREINET, 2002).
Muitos dos problemas enfrentados na escola, entre eles a indisciplina e a dislexia provêm de várias situações sócioafetivas não resolvidas no decorrer dos anos. É uma série de sentimentos que vivenciam no meio e que se refletem na aprendizagem, às vezes, positivamente e, às vezes, negativamente.
A dificuldade de aprendizagem é um tema que deve ser estudado levando-se em conta todas as esferas em que o indivíduo participa (família, escola, sociedade, etc...) Sabe-se que nunca há uma causa única para o fracasso escolar e que também um aluno com dificuldade de aprendizagem não é um aluno que tem deficiência mental ou distúrbios relativos, na verdade, existem aspectos fundamentais que precisam ser trabalhados para obter-se um melhor rendimento em todos os níveis de aprendizagem e conhecimento. Quando falamos de aprendizagem e conhecimento não estamos nos referindo somente a conteúdos disciplinares, mas também a conhecimento e desenvolvimento vital que são tão importantes quanto.
A aprendizagem está diretamente relacionada à conduta. É aprendendo que reformulamos nossa maneira de atuar no mundo e sobre ele. (SOARES, 2003).
O educador enquanto mediador do processo ensino-aprendizagem, bem como protagonista na resolução e estudo das dificuldades de aprendizagem deve obter orientações específicas para que desenvolva um trabalho consciente e que promova o sucesso de todos os envolvidos no processo.
Dizer que a escola não oferece condições satisfatórias para o desenvolvimento de um trabalho que atenda as necessidades e dificuldades de cada aluno é, com certeza, revelar-se acomodado, pois para que aconteça a superação das dificuldades no ensino é necessário um ingrediente especial que é a CONDIÇÃO HUMANA; sendo os subsídios materiais apenas recursos dispensáveis. A escola é sim um espaço privilegiado para o bom desenvolvimento da aprendizagem, pois através dela o aluno pode ter um convívio direto com novas perspectivas de conhecimentos e diferentes contatos com indivíduos ímpares.
Quanto a nós, embora possamos considerar um conjunto de fatores, como o são a motivação e auto-estima do aluno e o envolvimento dos pais, entre outros, será a qualidade do ensino ministrado que fará a diferença. A paciência, o apoio e o encorajamento prestado pelo professor serão com certeza os impulsionadores do sucesso escolar do aluno, abrindo-lhe novas perspectivas para o futuro. (CORREIA, 2005)
Vivemos num momento em que o acorde para as necessidades do aluno vem à tona. Surge no espaço pedagógico a reflexão de que a escola não pode ser apenas transmissora de conteúdos e conhecimentos, muito mais que isso, a escola tem a tarefa primordial de “reconstruir” o papel e a figura do aluno, deixando o mesmo de ser apenas um receptor, proporcionando ao aluno que seja o criador e protagonista do seu conhecimento. Levar o aluno a pensar e buscar informações para o seu desenvolvimento educacional, cultural e pessoal é uma das tarefas primordiais e básicas da educação. Para isso se fazem necessárias medidas urgentes e precisas.
As dificuldades de aprendizagem devem ser levadas em conta, não como fracassos, mas como desafios e serem enfrentados, e ao se trabalhar essas dificuldades, trabalha-se respectivamente a dificuldades existentes na vida, dando oportunidade ao aluno de ser independente e de reconstruir-se enquanto ser humano e indivíduo.
Segundo Paulo Freire (2003), o espaço pedagógico é um texto para ser constantemente “lido”, interpretado, “escrito” e “reescrito”. Essa leitura do espaço pedagógico pressupõe também uma releitura da questão das dificuldades de aprendizagem.
Infelizmente, a aprendizagem, em algumas instituições continua seguindo o modelo tradicionalista, onde é imposta e não mediada, criando uma passividade entre aquele que sabe e impõe e aquele que obedece calado.
É necessário levar em conta também os efeitos emocionais que essas dificuldades acarretam, se faz necessário para a criança um suporte humano e apoiador para que a mesma possa se libertar do que a faz ter dificuldade.
É importantíssimo ressaltarmos toda contribuição da Psicopedagogia, promovendo uma análise mais aprofundada de tudo relativo à aprendizagem proporcionando uma reestruturação e reinterpretação do verdadeiro fator que leva às dificuldades de aprendizagem, reconhecendo-se que essas dificuldades fazem parte de um sistema bio-psico-social que envolve a criança, a família, a escola e o meio social em que vive.
Como bem define o papel da Psicopedagogia e seus interesses, o Prof. João Beauclair (2004) diz que: enquanto área de conhecimento multidisciplinar interessa a Psicopedagogia compreender como ocorre os processos de aprendizagem e entender as possíveis dificuldades situadas neste movimento.
É louvável dizer que só conseguiremos mediar as dificuldades de aprendizagem, quando lidarmos com nossos alunos de igual para igual; quando fizermos da aprendizagem um processo significativo, no qual o conhecimento a ser aprendido e apreendido faça algum sentido para o aluno não somente na sua existência educacional como também na sua vida cotidiana.
Enfim, não devemos tratar as Dificuldades de aprendizagem como se fossem problemas insolúveis, mas, antes disso, como desafios que fazem parte do próprio processo da Aprendizagem, a qual pode ser normal ou não-normal. Também parece ser consensual a necessidade imperiosa de se identificar e prevenir o mais precocemente possível as Dificuldades de aprendizagem, de preferência ainda na pré-escola.
Escola é...
''Escola é... o lugar onde se faz amigos não se trata só de prédios,salas ,quadros, programas,horários,conceitos... Escola é,sobretudo,gente, gente que trabalha,que estuda, que se alegra,se conhece,se estima. O diretor é gente,o professor é gente, o aluno é gente, cada funcionário é gente. E a escola será cada vez melhor na medida em que cada um se comporte como colega,amigo,irmão. Nada de 'ilha cercada de gente por todos os lados'. Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir que não tem amizade a ninguém nada de ser com o tijolo que forma a parede, indiferente,frio,só. Importante na escola não é só estudar,não é só trabalhar, é também criar laços de amizade, é criar ambiente de camaradagem, é conviver,é se 'amarrar nela'! Ora,é lógico... numa escola assim vai ser fácil estudar,trabalhar,crescer, fazer amigos,educar-se, ser feliz.''
Paulo Freire.
Paulo Freire.
O professor e as dificuldades de aprendizagem.
Uma oportunidade de retirarmos os rótulos que, muitas vezes, colocamos nos alunos já no primeiro dia de aula. “Este aqui não passa de ano”, “desse jeito, sem um milagre, vai reprovar!” São frases comuns ouvidas na sala dos professores.
A maioria dos déficits na aprendizagem ocorre em alunos que não apresentam problemas clínicos que os impedem de aprender. Mas pense: mais do que um problema orgânico ou emocional, mais até do que a desestrutura familiar, é a desestrutura da escola e seus vícios a maior dificuldade de aprender. Já comentei neste espaço outras vezes o fato da escola ser chata e não ter meios de competir com a TV e os “games”. Mas irei focar noutro aspecto importante para uma inclusão adequada e real: a amplitude daqueles que apresentam dificuldades de acompanhamento e rendimento escolar. Quantos foram diagnosticados por especialistas, com laudo assinado e tudo? A minoria, imensa minoria. E quando se tem o diagnóstico, o que se faz para lançar mão de um processo de ensinagem coerente ao caso?
Mais um início de ano letivo. Mais uma oportunidade de retirarmos os rótulos que, muitas vezes, colocamos nos alunos já no primeiro dia de aula. “Este aqui não passa de ano”, “desse jeito, sem um milagre, vai reprovar!” São frases comuns ouvidas na sala dos professores.
A maioria dos déficits na aprendizagem ocorre em alunos que não apresentam problemas clínicos que os impedem de aprender. Mas pense: mais do que um problema orgânico ou emocional, mais até do que a desestrutura familiar, é a desestrutura da escola e seus vícios a maior dificuldade de aprender. Já comentei neste espaço outras vezes o fato da escola ser chata e não ter meios de competir com a TV e os “games”. Mas irei focar noutro aspecto importante para uma inclusão adequada e real: a amplitude daqueles que apresentam dificuldades de acompanhamento e rendimento escolar. Quantos foram diagnosticados por especialistas, com laudo assinado e tudo? A minoria, imensa minoria. E quando se tem o diagnóstico, o que se faz para lançar mão de um processo de ensinagem coerente ao caso?
É fundamental de se lembrar, neste início de ano, que até a famosa preguiça é um sintoma, não a causa da dificuldade de aprendizagem. Um sintoma que traz algo maior, que deve ser identificado e minimizado. Pois, como todo ser humano, o aluno está programado geneticamente para aprender. A aversão por assuntos da escola, a negativa de aprender ou vivenciar novos conteúdos e a indisciplina do aluno disfarçam dificuldades de aprendizagem. Problemas como a dislexia, o Déficit de Atenção ou a dispraxia são, muitas vezes, até fáceis de identificar. Difícil é entender que todo aluno que não acompanha a classe tem direito a um diagnóstico preciso e do acompanhamento pedagógico correto.
Uma equipe multidisciplinar, a partir dos relatórios da orientação educacional, diagnostica e orienta o tratamento e o acompanhamento escolar. É um direito do aluno e do professor.
Não deve existir prazer em ver um aluno reprovar de ano, mesmo que ele seja indisciplinado ou preguiçoso. Nem é “justiça” reprovar o aluno apático ou bagunceiro.
Aluno que debocha do professor ou da aula está sofrendo e não sabe. Triste é o professor levar para o lado pessoal. Pior é usar nota (este grande mal da educação) para punir. Horrível é um aluno reprovar sem se saber a causa do desinteresse, do fraco rendimento. Não há reprovação quando um programa de reestruturação do aprendizado é promovido.
A depressão infantil ou juvenil, o atraso no desenvolvimento cognitivo, alterações emocionais (bloqueios, fobias, ansiedade) podem ser a causa do baixo rendimento na escola.
Ou seja, por causa física ou emocional (ou ambas), ou por “descompromisso” com a realidade do aluno é que ocorre o fracasso na escola. Mas algo precisa ser feito, tanto no âmbito político quanto no individual: que cada especialista ou professor encaminhe a família para um especialista, peça a montagem de um programa de acompanhamento pedagógico, oriente a família ou denuncie a negligência ao Conselho Tutelar ou ao Ministério Público, se for o caso. Existem causas diferentes em cada caso de déficit na aprendizagem, mesmo com diagnóstico semelhante, cada caso tem suas particularidades.
O que deve ser obrigatório: que cada caso seja estudado, diagnosticado e acompanhado desde o primeiro dia de aula, se possível.
São comuns os relatos de jovens e adultos que abandonaram os estudos após vários fracassos na escola, eles mesmos afirmando que não são bons para o estudo, apenas para o “trabalho duro”. Muitos desses “excluídos da escola” ingressam no crime. Se na escola não o aceitam, na rua ele é aceito. Muito se fala em inclusão. Mas, como disse Penna Firme, em sua palestra: a inclusão inicia no resgate do aluno com déficit de aprendizagem e da escola de qualidade.
Escrito por Gilmar de Oliveira(JORNAL DA EDUCAÇÃO)
A maioria dos déficits na aprendizagem ocorre em alunos que não apresentam problemas clínicos que os impedem de aprender. Mas pense: mais do que um problema orgânico ou emocional, mais até do que a desestrutura familiar, é a desestrutura da escola e seus vícios a maior dificuldade de aprender. Já comentei neste espaço outras vezes o fato da escola ser chata e não ter meios de competir com a TV e os “games”. Mas irei focar noutro aspecto importante para uma inclusão adequada e real: a amplitude daqueles que apresentam dificuldades de acompanhamento e rendimento escolar. Quantos foram diagnosticados por especialistas, com laudo assinado e tudo? A minoria, imensa minoria. E quando se tem o diagnóstico, o que se faz para lançar mão de um processo de ensinagem coerente ao caso?
Mais um início de ano letivo. Mais uma oportunidade de retirarmos os rótulos que, muitas vezes, colocamos nos alunos já no primeiro dia de aula. “Este aqui não passa de ano”, “desse jeito, sem um milagre, vai reprovar!” São frases comuns ouvidas na sala dos professores.
A maioria dos déficits na aprendizagem ocorre em alunos que não apresentam problemas clínicos que os impedem de aprender. Mas pense: mais do que um problema orgânico ou emocional, mais até do que a desestrutura familiar, é a desestrutura da escola e seus vícios a maior dificuldade de aprender. Já comentei neste espaço outras vezes o fato da escola ser chata e não ter meios de competir com a TV e os “games”. Mas irei focar noutro aspecto importante para uma inclusão adequada e real: a amplitude daqueles que apresentam dificuldades de acompanhamento e rendimento escolar. Quantos foram diagnosticados por especialistas, com laudo assinado e tudo? A minoria, imensa minoria. E quando se tem o diagnóstico, o que se faz para lançar mão de um processo de ensinagem coerente ao caso?
É fundamental de se lembrar, neste início de ano, que até a famosa preguiça é um sintoma, não a causa da dificuldade de aprendizagem. Um sintoma que traz algo maior, que deve ser identificado e minimizado. Pois, como todo ser humano, o aluno está programado geneticamente para aprender. A aversão por assuntos da escola, a negativa de aprender ou vivenciar novos conteúdos e a indisciplina do aluno disfarçam dificuldades de aprendizagem. Problemas como a dislexia, o Déficit de Atenção ou a dispraxia são, muitas vezes, até fáceis de identificar. Difícil é entender que todo aluno que não acompanha a classe tem direito a um diagnóstico preciso e do acompanhamento pedagógico correto.
Uma equipe multidisciplinar, a partir dos relatórios da orientação educacional, diagnostica e orienta o tratamento e o acompanhamento escolar. É um direito do aluno e do professor.
Não deve existir prazer em ver um aluno reprovar de ano, mesmo que ele seja indisciplinado ou preguiçoso. Nem é “justiça” reprovar o aluno apático ou bagunceiro.
Aluno que debocha do professor ou da aula está sofrendo e não sabe. Triste é o professor levar para o lado pessoal. Pior é usar nota (este grande mal da educação) para punir. Horrível é um aluno reprovar sem se saber a causa do desinteresse, do fraco rendimento. Não há reprovação quando um programa de reestruturação do aprendizado é promovido.
A depressão infantil ou juvenil, o atraso no desenvolvimento cognitivo, alterações emocionais (bloqueios, fobias, ansiedade) podem ser a causa do baixo rendimento na escola.
Ou seja, por causa física ou emocional (ou ambas), ou por “descompromisso” com a realidade do aluno é que ocorre o fracasso na escola. Mas algo precisa ser feito, tanto no âmbito político quanto no individual: que cada especialista ou professor encaminhe a família para um especialista, peça a montagem de um programa de acompanhamento pedagógico, oriente a família ou denuncie a negligência ao Conselho Tutelar ou ao Ministério Público, se for o caso. Existem causas diferentes em cada caso de déficit na aprendizagem, mesmo com diagnóstico semelhante, cada caso tem suas particularidades.
O que deve ser obrigatório: que cada caso seja estudado, diagnosticado e acompanhado desde o primeiro dia de aula, se possível.
São comuns os relatos de jovens e adultos que abandonaram os estudos após vários fracassos na escola, eles mesmos afirmando que não são bons para o estudo, apenas para o “trabalho duro”. Muitos desses “excluídos da escola” ingressam no crime. Se na escola não o aceitam, na rua ele é aceito. Muito se fala em inclusão. Mas, como disse Penna Firme, em sua palestra: a inclusão inicia no resgate do aluno com déficit de aprendizagem e da escola de qualidade.
Escrito por Gilmar de Oliveira(JORNAL DA EDUCAÇÃO)
Alunos com dificuldades de aprendizagem.
Como você já deve saber a educação atualmente é praticamente tudo, ela está se tornando cada vez mai importante a todos nos mais infelizmente não são todos os alunos que possuem facilidade em aprender as matérias ensinadas por seus professores. Aos mestres que nos ensinam desde uma simples palavra lá no inicio de nossas aprendizagens até aquelas mais difíceis como as medidas aritméticas, para eles que já estão acostumados em ensinar podem possuir uma certa facilidade mais como nenhum aluno é igual ao outro certamente não lhes é uma tarefa muito fácil de ensinar a todos, pois cada aluno tem uma maneira e um momento de aprender um contam com uma facilidade maior que outros, e esses que não conseguem aprender tais matérias facilmente também necessitam deste conhecimento para o seu futuro.Já que nós seres humanos somos diferentes em tudo de todos, no caso do aprendizado isso também se diferencia de uma pessoa para outra,por exemplo, alguns têm muita facilidade em aprender português a ler, interpretar, já outros acham mais fáceis lidar com os números ao invés das palavras, por isso se dão bem em matérias como matemática e física, enfim é isso o que diferencia uma das outras pessoas. Porém quando estes alunos que têm maior dificuldade em aprender do que outros são necessário que os professores estejam atentos a isso para que eles possam sanar as possíveis dificuldades que este aluno tenha, ou seja, eles necessitam de estratégias que possam ajudar esse aluno a entender melhor a matéria como por exemplo: colocar estes alunos sentados próximos do professor para que assim ele possa alguém para sanar as suas duvidas e até mesmo auxiliá-los no momento em que estiverem resolvendo um exercício. O professorem podem procurar Entregar atividades, as quais, os alunos têm mais dificuldades e deixá-los fazerem a mesma em casa indicando-os e induzindo-os a estudarem mais essa matéria que tenha dificuldade, o ideal é que as atividade que foram dadas para serem resolvidas em casa sejam realmente feitas em casa para vez quais são as dificuldade e trazer essas duvidas para que sejam esclarecidas sempre nos finais das aulas. Os professores devem procurar uma forma de fazer explicações bem esclarecedoras para que os alunos entendam perfeitamente o que está sendo transmitido. E segundo vários especialistas nas áreas da aprendizagem a dificuldade em não aprender está ligada a diversos fatores diferente como problemas que estejam acontecendo em casa que pode fazer com que o aluno não fique atento as aulas fazendo assim com que ele não entenda a matéria. Portanto se você quer ser um profissional capacitado no futuro é preciso que haja dedicação de sua parte porque não basta apenas o professor ter vontade de ensinar se você não deseja aprender é necessário que ambas as coisas caminhem juntos assim tudo se tornará mais fácil e você poderá se der bem futuramente, pense bem nisso porque o que está em jogo é o seu futuro e o de mais ninguem.
Meus errinhos
Meus errinhos
A poesia Os meus errinhos de Pedro Bandeira nos faz refletir
sobre nossa postura diante de nossas crianças.
Está bem, eu confesso que errei.
Eu errei, está bem, me dê zero!
Me dê bronca, castigo, conselho.
Mas eu tenho o direito de errar.
Só o que eu peço é que saibam que eu necessito errar.
Se eu não errar vez por outra,
como é que eu vou aprender.
Como se faz pra acertar?
Pais, professores, adultos
também já erraram à vontade,
já fizeram sujeira e borrão.
Ou vai dizer que a borracha
surgiu só nesta geração?
Vocês, que errando aprenderam,
ouçam o que eu tenho a falar:
Se até hoje cometem seus erros,
só as crianças não podem errar?
Concordem, eu estou aprendendo.
Comparem meus erros com os seus.
Se já cometeram os seus erros,
deixem-me agora com os meus!
Mais respeito, Eu sou criança!
Os meus errinhos Pedro Bandeira Ed. Moderna p. 17
A reportagem abaixo foi retirada da Revista Nova Escola,
pois a achei interessantíssima ao abordar o tema.
Você aplica uma prova, estabelece critérios para a correção,
soma o valor de cada questão, atribui uma nota final,
comunica o resultado à turma e... O que vem depois? Se
a opção for seguir adiante com novos conteúdos, a avaliação
não terá cumprido boa parte de seu papel. A riqueza de
informações obtidas com base nas provas permite ao professor
entender em que estágio de desenvolvimento o grupo se encontra.
Para os estudantes, é um bom momento para rever os erros
e avançar naquilo que ainda não foi, de fato, aprendido.
"Faz toda a diferença analisar as dimensões dos equívocos.
Isso auxilia na indicação daquilo em que cada um precisa evoluir
e como trabalhar para alcançar melhoras", explica
Jussara Hoffmann, consultora de avaliação e professora
aposentada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Para aproveitar essa oportunidade ao máximo,
o primeiro passo é organizar as informações
a serem interpretadas. Anote num diário
os dados sobre o desempenho de cada aluno,
tomando o cuidado de dividir os erros por categorias.
Ao fazer isso, você conseguirá um panorama dos problemas
mais recorrentes.
Já é possível começar a planejar a ação.
A poesia Os meus errinhos de Pedro Bandeira nos faz refletir
sobre nossa postura diante de nossas crianças.
Está bem, eu confesso que errei.
Eu errei, está bem, me dê zero!
Me dê bronca, castigo, conselho.
Mas eu tenho o direito de errar.
Só o que eu peço é que saibam que eu necessito errar.
Se eu não errar vez por outra,
como é que eu vou aprender.
Como se faz pra acertar?
Pais, professores, adultos
também já erraram à vontade,
já fizeram sujeira e borrão.
Ou vai dizer que a borracha
surgiu só nesta geração?
Vocês, que errando aprenderam,
ouçam o que eu tenho a falar:
Se até hoje cometem seus erros,
só as crianças não podem errar?
Concordem, eu estou aprendendo.
Comparem meus erros com os seus.
Se já cometeram os seus erros,
deixem-me agora com os meus!
Mais respeito, Eu sou criança!
Os meus errinhos Pedro Bandeira Ed. Moderna p. 17
A reportagem abaixo foi retirada da Revista Nova Escola,
pois a achei interessantíssima ao abordar o tema.
Você aplica uma prova, estabelece critérios para a correção,
soma o valor de cada questão, atribui uma nota final,
comunica o resultado à turma e... O que vem depois? Se
a opção for seguir adiante com novos conteúdos, a avaliação
não terá cumprido boa parte de seu papel. A riqueza de
informações obtidas com base nas provas permite ao professor
entender em que estágio de desenvolvimento o grupo se encontra.
Para os estudantes, é um bom momento para rever os erros
e avançar naquilo que ainda não foi, de fato, aprendido.
"Faz toda a diferença analisar as dimensões dos equívocos.
Isso auxilia na indicação daquilo em que cada um precisa evoluir
e como trabalhar para alcançar melhoras", explica
Jussara Hoffmann, consultora de avaliação e professora
aposentada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Para aproveitar essa oportunidade ao máximo,
o primeiro passo é organizar as informações
a serem interpretadas. Anote num diário
os dados sobre o desempenho de cada aluno,
tomando o cuidado de dividir os erros por categorias.
Ao fazer isso, você conseguirá um panorama dos problemas
mais recorrentes.
Já é possível começar a planejar a ação.
sábado, 4 de junho de 2011
Cuidados ao decorar a sala de aula
Na tentativa de criar um ambiente familiar para a meninada, muitas escolas de Educação Infantil optam por enfeitar as paredes com personagens de desenho animado e cenas de contos de fadas. A iniciativa, por mais bem intencionada que seja, não dá às crianças a chance de interagir com o espaço e pode acabar reforçando estereótipos. A escola que faz uma decoração com imagens desse tipo acaba mostrando aos pequenos que não quer que eles marquem o ambiente em que trabalha com produções próprias.
Além disso, os personagens escolhidos nem sempre são familiares a todos. Muitos desenhos representam mais a visão que o adulto tem dos interesses infantis do que o universo em que a meninada vive.
Em vez de pendurar em murais e varais exclusivamente as produções dos adultos, é mais interessante usá-los como espaço de reversibilidade, capaz de abrigar diferentes produções dos pequenos ao longo do ano, de acordo com o plano de trabalho desenvolvido pelo professor.
Com isso, eles se veem naquele espaço, se identificam com o ambiente e podem perceber e comentar as semelhanças e diferenças entre seus trabalhos e os dos colegas.
Ao participar do local em que passam boa parte do dia, os alunos entendem que a escola se interessa pelo aprendizado e valoriza o esforço de cada um. É uma ótima maneira de dar aos pequenos um ambiente familiar, em que se sintam, de fato, acolhidos e prestigiados
Além disso, os personagens escolhidos nem sempre são familiares a todos. Muitos desenhos representam mais a visão que o adulto tem dos interesses infantis do que o universo em que a meninada vive.
Em vez de pendurar em murais e varais exclusivamente as produções dos adultos, é mais interessante usá-los como espaço de reversibilidade, capaz de abrigar diferentes produções dos pequenos ao longo do ano, de acordo com o plano de trabalho desenvolvido pelo professor.
Com isso, eles se veem naquele espaço, se identificam com o ambiente e podem perceber e comentar as semelhanças e diferenças entre seus trabalhos e os dos colegas.
Ao participar do local em que passam boa parte do dia, os alunos entendem que a escola se interessa pelo aprendizado e valoriza o esforço de cada um. É uma ótima maneira de dar aos pequenos um ambiente familiar, em que se sintam, de fato, acolhidos e prestigiados
DICAS PARA PROFESSORES DE ALFABETIZAÇAO
Para Alfabetizar os Alunos
• organize a classe de maneira que todos os alunos possam participar dos projetos
• leia diariamente para eles
• escreva na lousa ou num cartaz o título do texto lido e o nome dos personagens (se houver)
• peça que reproduzam o que você leu, como souberem
• coloque material de leitura ao alcance dos alunos
• comente sobre livros ou outros textos que você leu e achou interessantes
• trabalhe com textos que permitam memorização, organize coletâneas com eles e incentive o aluno a fazer leitura de memória
• leve para a sala de aula embalagens vazias, folhetos de propaganda, catálogo de livros etc
• crie situações em que a escrita se faça necessária
• faça produção coletiva de textos
• procure ler o que os alunos rabiscam ou tentam escrever - traduza para a escrita convencional
• distribua letras móveis e desafie-os a formar e ler palavras
• ofereça jogos e incentive-os a jogar
• elogie todas as tentativas dos alunos
Trabalho com Classes Heterogêneas
Atividades das quais todos participam:
• conversas e debates
• leitura, compreensão e interpretação de texto
• produção de texto: coletiva, em grupos, dupla e individual
• recriação de texto de outros autores
Atividades para alunos não alfabetizados:
• jogos para:
o reconhecer letras
o relacionar som e grafia
o perceber como se combinam letras formando palavras
o leitura apoiada principalmente na memória e na ilustração
o escuta de leitura
o compreensão e interpretação de textos (oralmente, através de desenhos, dramatizações, tentativas de escrita)
Atividades exclusivas para alunos alfabetizados:
• jogos para aperfeiçoar:
o grafia das palavras
o aspectos gramaticais
o segmentação de palavras e frases
• uso de dicionário
• trabalho independente de leitura e escrita
• revisão de texto (auto correção)
• reescrita de texto - coletiva, em duplas, individualmente
Sugestões de atividades
Atividades das quais todos participam:
• Leitura de histórias e outros textos
o desperta e desenvolve o gosto pela leitura;
o favorece o conhecimento intuitivo da escrita;
o possibilita a internalização do discurso escrito - por exemplo, a leitura freqüente de texto narrativo favorece a apropriação da estrutura da narrativa e do uso de elementos de coesão, contribuindo para que o aluno produza textos mais claros e coerentes
o
• Elaboração de jornal
o possibilita que o aluno se exercite na produção de diferentes tipos de textos (narrativo, informativo, argumentativo, publicitário, humorístico etc;
o desenvolve habilidades de planejamento, coleta e organização de informações; escolha do tipo de texto mais adequado à finalidade definida; planejamento do texto a ser escrito, de acordo com a modalidade textual (narrativo, publicitário, argumentativo etc; revisão e reescrita de texto; diagramação; ilustração.
• Títulos (de histórias e outros textos)
o favorecem a leitura do texto (ajudam a antecipar o conteúdo / mensagem do texto)
o ajudam a estabelecer relação entre texto e contexto (construção do sentido)
o contribuem para a alfabetização inicial:
são modelos de escrita convencional - quando, após uma leitura feita, o professor registra o título na lousa ou num cartaz para o aluno copiar no caderno;
levam a pensar sobre a escrita - quando o aluno é solicitado a escrever o título da história lida, da forma que sabe;
possibilitam observar a separação das palavras numa frase;
o podem ser utilizados em diferentes atividades (dar títulos a desenhos, contos etc.
• Trabalho com nomes próprios
o os nomes próprios são um ótimo ponto de partida para a alfabetização porque:
são palavras significativas para os alunos;
funcionam como modelos estáveis de escrita convencional;
propiciam o confronto entre diferentes escritas (diferentes nomes têm letras diversas, diferentes quantidades e arranjos de letras);
fornecem informações sobre letras e outras convenções da escrita de palavras (variedade, quantidade, posição das letras na palavra).
• Atividades com letras móveis
o facilitam a alfabetização inicial porque:
os alfabetizandos arriscam-se mais em suas tentativas de escrita e corrigem com mais rapidez e menos esforços quando erram;
favorecem a reflexão sobre a escrita: que letras usar, quantas, em que ordem;
estimulam a cooperação entre os colegas - os mais adiantados ajudam os que têm dificuldade.
• Jogos
o levam ao reconhecimento das letras do alfabeto;
o ajudam a relacionar som e grafia
o contribuem para a percepção de como se combinam letras para formar palavras;
o fixam a grafia correta de palavras mais usuais;
o favorecem a aprendizagem de conteúdos gramaticais.
• Revisão e escrita coletiva e individual de texto
o desenvolve a consciência da necessidade de estruturar bem o texto, evitando lacunas e repetições, utilizando eixos de coesão próprios da escrita e pontuação;
o favorece o uso adequado da concordância verbal, nominal e pronominal;
o contribui para a grafia correta das palavras mais usadas.
• Trabalho com rimas: poesias, letras de músicas, parlendas, adivinhas etc
o desperta e desenvolve o gosto por esse tipo de texto;
o desenvolve a sensibilidade e a consciência sonora, fundamentais para a alfabetização;
o familiariza o aluno com aspectos discursivos do texto poético: rima, ritmo, repetição, uso de metáforas e aspectos gráficos de organização desse tipo de texto;
o por ser fácil de memorizar, o texto poético pode ser usado na alfabetização inicial: como modelo de escrita convencional; como texto para leitura de memória; para atividades lúdicas do tipo: descobrir a palavra que falta, colocar em ordem os versos, remontar estrofes, recortando e colando as palavras da poesia, canção ou parlenda etc.
• Trabalho com rótulos e propagandas
o possibilita o reconhecimento de nomes de marcas conhecidas;
o propicia o contato com diferentes tipos de letras;
o funciona como modelo de escrita convencional;
o leva a pensar sobre como se estruturam as palavras (letra inicial e final, relação entre som e grafia, posição das letras na palavra);
o favorece a capacidade de grafar um certo número de palavras e frases curtas (apoiando-se na memória) mesmo antes de estar alfabetizado.
• organize a classe de maneira que todos os alunos possam participar dos projetos
• leia diariamente para eles
• escreva na lousa ou num cartaz o título do texto lido e o nome dos personagens (se houver)
• peça que reproduzam o que você leu, como souberem
• coloque material de leitura ao alcance dos alunos
• comente sobre livros ou outros textos que você leu e achou interessantes
• trabalhe com textos que permitam memorização, organize coletâneas com eles e incentive o aluno a fazer leitura de memória
• leve para a sala de aula embalagens vazias, folhetos de propaganda, catálogo de livros etc
• crie situações em que a escrita se faça necessária
• faça produção coletiva de textos
• procure ler o que os alunos rabiscam ou tentam escrever - traduza para a escrita convencional
• distribua letras móveis e desafie-os a formar e ler palavras
• ofereça jogos e incentive-os a jogar
• elogie todas as tentativas dos alunos
Trabalho com Classes Heterogêneas
Atividades das quais todos participam:
• conversas e debates
• leitura, compreensão e interpretação de texto
• produção de texto: coletiva, em grupos, dupla e individual
• recriação de texto de outros autores
Atividades para alunos não alfabetizados:
• jogos para:
o reconhecer letras
o relacionar som e grafia
o perceber como se combinam letras formando palavras
o leitura apoiada principalmente na memória e na ilustração
o escuta de leitura
o compreensão e interpretação de textos (oralmente, através de desenhos, dramatizações, tentativas de escrita)
Atividades exclusivas para alunos alfabetizados:
• jogos para aperfeiçoar:
o grafia das palavras
o aspectos gramaticais
o segmentação de palavras e frases
• uso de dicionário
• trabalho independente de leitura e escrita
• revisão de texto (auto correção)
• reescrita de texto - coletiva, em duplas, individualmente
Sugestões de atividades
Atividades das quais todos participam:
• Leitura de histórias e outros textos
o desperta e desenvolve o gosto pela leitura;
o favorece o conhecimento intuitivo da escrita;
o possibilita a internalização do discurso escrito - por exemplo, a leitura freqüente de texto narrativo favorece a apropriação da estrutura da narrativa e do uso de elementos de coesão, contribuindo para que o aluno produza textos mais claros e coerentes
o
• Elaboração de jornal
o possibilita que o aluno se exercite na produção de diferentes tipos de textos (narrativo, informativo, argumentativo, publicitário, humorístico etc;
o desenvolve habilidades de planejamento, coleta e organização de informações; escolha do tipo de texto mais adequado à finalidade definida; planejamento do texto a ser escrito, de acordo com a modalidade textual (narrativo, publicitário, argumentativo etc; revisão e reescrita de texto; diagramação; ilustração.
• Títulos (de histórias e outros textos)
o favorecem a leitura do texto (ajudam a antecipar o conteúdo / mensagem do texto)
o ajudam a estabelecer relação entre texto e contexto (construção do sentido)
o contribuem para a alfabetização inicial:
são modelos de escrita convencional - quando, após uma leitura feita, o professor registra o título na lousa ou num cartaz para o aluno copiar no caderno;
levam a pensar sobre a escrita - quando o aluno é solicitado a escrever o título da história lida, da forma que sabe;
possibilitam observar a separação das palavras numa frase;
o podem ser utilizados em diferentes atividades (dar títulos a desenhos, contos etc.
• Trabalho com nomes próprios
o os nomes próprios são um ótimo ponto de partida para a alfabetização porque:
são palavras significativas para os alunos;
funcionam como modelos estáveis de escrita convencional;
propiciam o confronto entre diferentes escritas (diferentes nomes têm letras diversas, diferentes quantidades e arranjos de letras);
fornecem informações sobre letras e outras convenções da escrita de palavras (variedade, quantidade, posição das letras na palavra).
• Atividades com letras móveis
o facilitam a alfabetização inicial porque:
os alfabetizandos arriscam-se mais em suas tentativas de escrita e corrigem com mais rapidez e menos esforços quando erram;
favorecem a reflexão sobre a escrita: que letras usar, quantas, em que ordem;
estimulam a cooperação entre os colegas - os mais adiantados ajudam os que têm dificuldade.
• Jogos
o levam ao reconhecimento das letras do alfabeto;
o ajudam a relacionar som e grafia
o contribuem para a percepção de como se combinam letras para formar palavras;
o fixam a grafia correta de palavras mais usuais;
o favorecem a aprendizagem de conteúdos gramaticais.
• Revisão e escrita coletiva e individual de texto
o desenvolve a consciência da necessidade de estruturar bem o texto, evitando lacunas e repetições, utilizando eixos de coesão próprios da escrita e pontuação;
o favorece o uso adequado da concordância verbal, nominal e pronominal;
o contribui para a grafia correta das palavras mais usadas.
• Trabalho com rimas: poesias, letras de músicas, parlendas, adivinhas etc
o desperta e desenvolve o gosto por esse tipo de texto;
o desenvolve a sensibilidade e a consciência sonora, fundamentais para a alfabetização;
o familiariza o aluno com aspectos discursivos do texto poético: rima, ritmo, repetição, uso de metáforas e aspectos gráficos de organização desse tipo de texto;
o por ser fácil de memorizar, o texto poético pode ser usado na alfabetização inicial: como modelo de escrita convencional; como texto para leitura de memória; para atividades lúdicas do tipo: descobrir a palavra que falta, colocar em ordem os versos, remontar estrofes, recortando e colando as palavras da poesia, canção ou parlenda etc.
• Trabalho com rótulos e propagandas
o possibilita o reconhecimento de nomes de marcas conhecidas;
o propicia o contato com diferentes tipos de letras;
o funciona como modelo de escrita convencional;
o leva a pensar sobre como se estruturam as palavras (letra inicial e final, relação entre som e grafia, posição das letras na palavra);
o favorece a capacidade de grafar um certo número de palavras e frases curtas (apoiando-se na memória) mesmo antes de estar alfabetizado.
Exercícios Mimeografados: Usá-los ou não?
Vamos refletir juntos sobre esse tema?
Primeiro vem a indagação: Quais os objetivos os professores pretendem alcançar quando usam esses exercícios?
Analisaremos duas situações:
1- Talves o professor queira "melhorar" o desenho das crianças e lhes oferecem modelos a serem copiados, coloridos e imitados.
Desenhos mimeografadose impedem a criatividade infantil, podando a exploração, suas invenções e suas descobertas. Sempre que a criança tentar criar o seu desenho, ela provavelmente seguirá os padrões dos modelos oferecidos pelo professor, do livro ou aquele da "folhinha mimeografada"; tornando-se desenhos rígidos, esteriotipados e repetitivos, sem uma evolução natural.
Para "melhorar" o seu desenho, a criança precisa ter opotunidades: de trabalhar o seu corpo, os objetos que estão a sua volta e o próprio espaço físico. Que ouça, crie histórias e possa representá-las no desenho. Que lhes seja oferecidos diversos matériais(giz, giz de cera, lápis-de-cor, tinta, etc.) e que possam desenhar na horizontal(chão e papel) e na vertical ( cavaletes, quadro, etc.).
2-A intençao pode ser: treinar a coordenção visomotora, a lateralidade e de favorecer aquisições de algumas noções, tais como: dentro/fora, em cima/embaixo, etc.
Observe a ação da criança supondo que a atividade seja: Marcar um X, ligar duas figuras, cobrir um pontilhado ou, quem sabe, colorir dentro. Então nos questionamos: São estas atividades motivadoras? Tem algum significado real para a criança, para sua vida?Existem desafios para resolver, levando-a a refletir?
Não, a resposta para as três perguntas é Não! Exercícios mimeografados não estimulam a ação criativa, favorecem apenas a passividade ou ação infantil mecânica e repetitiva e, em geral, não trazem situações novas para serem resolvidas, nem estimulam a imaginação e a reflexão.
Conclusão: Muitas outras atividades podem e devem ser propostas para atingir os objetivos da educação infantil, por exemplo: quando as crianças confeccionam um mural coletivo, montam um quebra-cabeça recortardo de revistas, produzem seu próprios desenhos, elas estão desenvolvendo a coordenação motora fina, noções de espaço,etc.
Não é que os trabalhos mimeografados nunca devam ser usados. O problema não é está no fato de usar o mimeográfo, mas sim como usa-lo.
É possível propor atividades desafiadoras e interessantes usando o mimeografo, desenvolvendo o raciocínio e sendo desafiado, por exemplo:
*recortar as partes de um quebra-cabeça e montá-lo;
*recortar as figuras e formar conjuntos;
*resolver um problema, tal como recortar um quadrado sem partir o círculo, etc.
Existem muitas outras formas de se utilizar criativamente o mimeografo.
O que você acha?
Não seria bom refletir um pouco sobre isso?
Primeiro vem a indagação: Quais os objetivos os professores pretendem alcançar quando usam esses exercícios?
Analisaremos duas situações:
1- Talves o professor queira "melhorar" o desenho das crianças e lhes oferecem modelos a serem copiados, coloridos e imitados.
Desenhos mimeografadose impedem a criatividade infantil, podando a exploração, suas invenções e suas descobertas. Sempre que a criança tentar criar o seu desenho, ela provavelmente seguirá os padrões dos modelos oferecidos pelo professor, do livro ou aquele da "folhinha mimeografada"; tornando-se desenhos rígidos, esteriotipados e repetitivos, sem uma evolução natural.
Para "melhorar" o seu desenho, a criança precisa ter opotunidades: de trabalhar o seu corpo, os objetos que estão a sua volta e o próprio espaço físico. Que ouça, crie histórias e possa representá-las no desenho. Que lhes seja oferecidos diversos matériais(giz, giz de cera, lápis-de-cor, tinta, etc.) e que possam desenhar na horizontal(chão e papel) e na vertical ( cavaletes, quadro, etc.).
2-A intençao pode ser: treinar a coordenção visomotora, a lateralidade e de favorecer aquisições de algumas noções, tais como: dentro/fora, em cima/embaixo, etc.
Observe a ação da criança supondo que a atividade seja: Marcar um X, ligar duas figuras, cobrir um pontilhado ou, quem sabe, colorir dentro. Então nos questionamos: São estas atividades motivadoras? Tem algum significado real para a criança, para sua vida?Existem desafios para resolver, levando-a a refletir?
Não, a resposta para as três perguntas é Não! Exercícios mimeografados não estimulam a ação criativa, favorecem apenas a passividade ou ação infantil mecânica e repetitiva e, em geral, não trazem situações novas para serem resolvidas, nem estimulam a imaginação e a reflexão.
Conclusão: Muitas outras atividades podem e devem ser propostas para atingir os objetivos da educação infantil, por exemplo: quando as crianças confeccionam um mural coletivo, montam um quebra-cabeça recortardo de revistas, produzem seu próprios desenhos, elas estão desenvolvendo a coordenação motora fina, noções de espaço,etc.
Não é que os trabalhos mimeografados nunca devam ser usados. O problema não é está no fato de usar o mimeográfo, mas sim como usa-lo.
É possível propor atividades desafiadoras e interessantes usando o mimeografo, desenvolvendo o raciocínio e sendo desafiado, por exemplo:
*recortar as partes de um quebra-cabeça e montá-lo;
*recortar as figuras e formar conjuntos;
*resolver um problema, tal como recortar um quadrado sem partir o círculo, etc.
Existem muitas outras formas de se utilizar criativamente o mimeografo.
O que você acha?
Não seria bom refletir um pouco sobre isso?
Sobre o comportamento da professora da Educação Infantil.
É muito importante que VOCÊ lembre-se disso, sempre...
Compreendendo a criança...
1. A Educação Infantil bem organizada contribui para a formação harmônica da criança em seus aspectos biológico e psíquico.
2. A Professora deve possuir sólidos conhecimentos de psicologia infantil e de didática especial.
3. A missão da Professora não é instruir, mas educar, criar hábitos, corrigir com suavidade e fineza.
4. No período em que a criança freqüenta a Educação Infantil ela deve ignorar que está sendo educada e aprendendo, deve pensar que está sòmente brincando.
5. As atividades na Educação Infantil devem ser tão bem conduzidas que a criança ao sair dela deve recordar com saudade.
6. A Primeira aptidão artística que se manifesta na criança é a musical, por êsse motivo na Educação Infantil deve-se cantar a tôda hora e em qualquer ocasião.
7. As atividades manuais concorrem para a correção dos desajustamentos psíquicos motores.
8. A leitura de histórias desenvolve o grau de atenção e vocabulário da criança, preparando o terreno para a alfabetização.
Compreendendo a criança...
1. A Educação Infantil bem organizada contribui para a formação harmônica da criança em seus aspectos biológico e psíquico.
2. A Professora deve possuir sólidos conhecimentos de psicologia infantil e de didática especial.
3. A missão da Professora não é instruir, mas educar, criar hábitos, corrigir com suavidade e fineza.
4. No período em que a criança freqüenta a Educação Infantil ela deve ignorar que está sendo educada e aprendendo, deve pensar que está sòmente brincando.
5. As atividades na Educação Infantil devem ser tão bem conduzidas que a criança ao sair dela deve recordar com saudade.
6. A Primeira aptidão artística que se manifesta na criança é a musical, por êsse motivo na Educação Infantil deve-se cantar a tôda hora e em qualquer ocasião.
7. As atividades manuais concorrem para a correção dos desajustamentos psíquicos motores.
8. A leitura de histórias desenvolve o grau de atenção e vocabulário da criança, preparando o terreno para a alfabetização.
Atividades de leitura e escrita na educação infantil.
Só se aprende ler, lendo e só se aprende escrever, escrevendo. Na atividade da escrita, a criança escreve do jeito que ela sabe e o professor faz intervenções necessárias em relação à escrita do aluno. Essas atividades têm o objetivo de avançar na reflexão da Língua, aprender a letra a ser usada, e quantas letras usar, escrever textos com sentido, revisar ortografia e gramática. Pode ser desenvolvida com crianças entre 5 e 6 anos.
Atividade 1: leitura e escrita de Nomes próprios, pois este é um modelo estável de escrita.
Sugestão:
Jogos: bingo, dominó, caça-nomes, forca e lacunas com nomes;
Montar nomes com alfabeto móvel;
Lista com nome dos alunos para a chamada, deve ser lida diariamente: cada criança tem o nome escrito num pedaço de papel cartão (azul para os meninos e rosa para as meninas), primeiro a professora mostra a cor do cartão, depois mostra o nome para a turma, quando esse nome é identificado, a criança chamada pega o papel e coloca num espaço reservado para a chamada;
Classificar o nome dos alunos de acordo com: número de letras, de sílabas;
Identificar letras do próprio nome em embalagens e rótulos.
Atividade 2: leitura e escrita de listas – as listas são as primeiras formas expositivas de texto. O trabalho com listas favorece a aquisição da base alfabética, possibilita a reflexão entre as hipóteses de escrita do aluno e a escrita convencional das palavras, promovendo o conflito cognitivo.
Sugestão:
Listar as palavras dos textos trabalhados, classificando-os de acordo com: a primeira e última letra, numero de letras e de sílabas, vogais e consoantes.
Lista de nomes de animais, frutas, verdura, cores, plantas, brinquedos, etc.
Lista de nomes dos alunos da classe, dos professores ou dos funcionários da escola;
Atividade 3: leitura e escrita de trava-língua, parlenda, quadrinha, poema e canção de roda – esses são textos da cultura oral apropriados para trabalhar a aquisição da base alfabética e ortográfica. Por serem de fácil memorização, geram atividades que favorecem a percepção de que é preciso corresponder o falado ao escrito, além de brincar com o som, s forma ortográfica e o significado das palavras.
Sugestão: circular palavras repetida, as rimas, os sinais de pontuação, copiar palavras inteiras, pintar os espaços entre as palavras, contar o numero de letras ou palavras de uma frase, completar letras ou sílabas que faltam de algumas palavras do texto, classificar as palavras pelo som ou letra inicial.
me dos alunos de acordo com: n, deve ser lida diariamente:
Atividade 1: leitura e escrita de Nomes próprios, pois este é um modelo estável de escrita.
Sugestão:
Jogos: bingo, dominó, caça-nomes, forca e lacunas com nomes;
Montar nomes com alfabeto móvel;
Lista com nome dos alunos para a chamada, deve ser lida diariamente: cada criança tem o nome escrito num pedaço de papel cartão (azul para os meninos e rosa para as meninas), primeiro a professora mostra a cor do cartão, depois mostra o nome para a turma, quando esse nome é identificado, a criança chamada pega o papel e coloca num espaço reservado para a chamada;
Classificar o nome dos alunos de acordo com: número de letras, de sílabas;
Identificar letras do próprio nome em embalagens e rótulos.
Atividade 2: leitura e escrita de listas – as listas são as primeiras formas expositivas de texto. O trabalho com listas favorece a aquisição da base alfabética, possibilita a reflexão entre as hipóteses de escrita do aluno e a escrita convencional das palavras, promovendo o conflito cognitivo.
Sugestão:
Listar as palavras dos textos trabalhados, classificando-os de acordo com: a primeira e última letra, numero de letras e de sílabas, vogais e consoantes.
Lista de nomes de animais, frutas, verdura, cores, plantas, brinquedos, etc.
Lista de nomes dos alunos da classe, dos professores ou dos funcionários da escola;
Atividade 3: leitura e escrita de trava-língua, parlenda, quadrinha, poema e canção de roda – esses são textos da cultura oral apropriados para trabalhar a aquisição da base alfabética e ortográfica. Por serem de fácil memorização, geram atividades que favorecem a percepção de que é preciso corresponder o falado ao escrito, além de brincar com o som, s forma ortográfica e o significado das palavras.
Sugestão: circular palavras repetida, as rimas, os sinais de pontuação, copiar palavras inteiras, pintar os espaços entre as palavras, contar o numero de letras ou palavras de uma frase, completar letras ou sílabas que faltam de algumas palavras do texto, classificar as palavras pelo som ou letra inicial.
me dos alunos de acordo com: n, deve ser lida diariamente:
Diversão que ainda encanta...
Em comemoração aos meus alunos encontrei essas brincadeiras e resolví postar aqui, é importante,enquanto educadores, resgatarmos essas brincadeiras de antigamente e levá-las para a escola, em uma época em que as crianças só querem jogar vídeo-game e navegar na internet... (á eles 1° ano)
FONTE: http://revistaescola.abril.com.br
Diversão que ainda encanta
Amarelinha, cabra-cega, barra-manteiga... Brincadeiras que divertiam você, seus pais e avós hoje são parte da cultura popular. Que tal levá-las para a escola?
Os nomes podem até variar de um lugar para outro, mas as brincadeiras populares estão presentes em todo o país. De tão importantes, elas são estudadas por diversos pesquisadores e reunidas em dezenas de livros. Mais comuns no passado ou nas cidades menores, essas brincadeiras ensinam as crianças a aceitar derrotas e, claro, a vibrar com as vitórias. Há opções para alunos a partir dos 4 anos, que já são capazes de seguir regras fáceis. Por volta de 6 ou 7 anos, jogos mais complicados, como a amarelinha, são sucesso garantido.
AGACHA-AGACHA
Nessa brincadeira de perseguição, a criançada corre, agacha e levanta, aperfeiçoando os movimentos
IDADE A partir de 4 anos.
LOCAL Pátio ou outro espaço amplo.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR Uma criança é eleita o pegador. Para não serem apanhadas, as demais fogem e se agacham. Quando o pegador consegue tocar um colega que está em pé, passa sua função a ele. Não há um vencedor. A brincadeira acaba quando as crianças se cansam.
BALANÇA-CAIXÃO
Aqui entra corrida, agacha e levanta e até um esconde-esconde. A garotada ganha agilidade e capacidade de desenvolver os movimentos
IDADE A partir de 4 anos.
LOCAL Pátio ou outro espaço amplo com lugares para servir de esconderijo.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR Um integrante do grupo é escolhido o rei e se senta em uma cadeira ou em um muro baixo. Outro participante é eleito o servo. Ele se ajoelha de frente para o rei e apóia o rosto em seu colo. Os demais formam uma fila atrás do servo, cada um apoiando a cara nas costas do companheiro da frente. Todos recitam: “Balança, caixão / Balança você / Dá um tapa nas costas / E vai se esconder”. O último da fila dá um tapa nas costas do que está na sua frente e se esconde. Uma a uma, as crianças vão repetindo essa ação até que todas estejam escondidas. É a vez, então, do servo sair à procura dos colegas. Ganha quem for pego por último. A brincadeira recomeça com a escolha de outras crianças para representar os personagens.
LEMBRETE Se o pátio da escola não oferece cantinhos para a garotada se esconder, improvise montando “trincheiras” com panos estendidos sobre cadeiras.
ELEFANTINHO COLORIDO
Azul, vermelho, verde, amarelo... Qualquer objeto com essas cores se transforma em pique. A atividade exige atenção e agilidade para correr e não ser pego
IDADE A partir de 4 anos.
LOCAL Ambiente espaçoso e colorido.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR Uma criança é escolhida para comandar. Ela fica na frente das demais e diz: “Elefantinho colorido!” O grupo responde: “Que cor?” O comandante escolhe uma cor e os demais saem correndo para tocar em algo que tenha aquela tonalidade. Sorte de quem tiver a cor na roupa: já está no pique! Se o pegador encostar em uma criança antes de ela chegar à cor, é capturada. O comandante tem de escolher uma cor que não está num local de fácil acesso para dificultar o trabalho dos demais. Vence a brincadeira quem ficar por último.
ESTÁTUA
Vale fazer micagens e até cócegas em quem vira estátua. Vence quem ficar imóvel mesmo com tamanha provocação
IDADE A partir de 4 anos.
LOCAL Pátio.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR Uma criança é eleita o líder. As demais andam livremente pelo pátio até que ela diga: “1, 2, 3, estátua!” Nesse momento, elas param no lugar fazendo uma pose. O líder escolhe um colega e faz de tudo para que ele se mexa. Só não vale empurrar. Quem resistir às caretas e cócegas ficando imóvel é declarado o vencedor e assume a posição de líder.
BARRA-MANTEIGA
A molecada vai correr a valer e trabalhar com um novo conceito de equipe, já que durante a brincadeira todo mundo pode passar de um time para o outro
IDADE A partir de 5 anos.
LOCAL Pátio ou área com mais de 17 metros de comprimento.
PARTICIPANTES No mínimo quatro.
COMO BRINCAR Trace duas linhas paralelas distantes 15 metros (ou 15 passos) uma da outra. Atrás dessas marcações ficam as crianças, divididas em dois grupos com o mesmo número de integrantes, umas de frente para as outras. Dado o sinal, um aluno do grupo escolhido para começar vai até o limite do outro time, onde estão todos com os braços estendidos e com a palma da mão virada para cima, e recita: “Barra-manteiga / Na fuça da nega / Minha mãe / Mandou bater / Nesta daqui / Um, dois, três.” Ele bate na palma da mão de um dos colegas e foge para o seu território. O adversário tem de correr atrás dele e tentar pegá-lo. Se isso acontecer, o desafiante é incorporado à equipe adversária. Caso contrário, é a vez do desafiado fazer o mesmo com alguém do outro time. A linha nunca deve ser invadida pelo perseguidor. Caso aconteça, ele é capturado. Vence o time que ficar com mais gente.
LEMBRETE Se o número de crianças for ímpar, participe você também da atividade.
BATATA QUENTE
Para não “morrer” com a bola na mão, as crianças precisam se concentrar e coordenar os movimentos ao ritmo da fala
IDADE A partir de 5 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Bola.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR O grupo fica em círculo, sentado ou em pé. Uma criança fica fora da roda, de costas ou com os olhos vendados, dizendo a frase: “Batata quente, quente, quente... queimou!” Enquanto isso, os demais vão passando a bola de mão em mão até ouvirem a palavra “queimou”. Quem estiver com a bola nesse momento sai da roda. Ganha o último que sobrar.
LEMBRETE Uma opção é pedir para as crianças mudarem o ritmo com que dizem a frase. As que estão na roda têm de passar a bola de mão em mão mais rápido ou devagar, conforme a fala.
CARACOL
Essa atividade é um ensaio para a amarelinha. A meninada desenvolve o equilíbrio fazendo todo o percurso pulando com um pé só
IDADE A partir de 5 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Giz para riscar o chão e pedrinhas.
PARTICIPANTES No mínimo dois.
COMO BRINCAR Depois de desenhado o diagrama ( ao lado) no chão, as crianças determinam uma ordem entre elas. A primeira joga a sua pedrinha no número 1. O objetivo é percorrer todo o caracol pulando com um pé só em todas as casas – só não pode pisar naquela em que está a pedrinha. Quando chega ao “céu”, ela descansa e retorna da mesma maneira: pulando em cada casa até o número 1. Ela agacha, apanha a pedrinha e pula para fora do caracol. Para continuar a brincadeira, ela joga a pedrinha no número 2 e assim por diante. Ela não pode pisar ou jogar a pedrinha na risca nem atirá-la fora do diagrama. Se isso acontecer, perde a vez. Vence quem completar o percurso primeiro.
PASSA, PASSA TRÊS VEZES
Essa brincadeira é pura adivinhação. Mas, quem conhece o gosto dos colegas pode levar vantagem nessa hora
IDADE A partir de 5 anos.
LOCAL Pátio.
PARTICIPANTES No mínimo cinco.
COMO BRINCAR Em segredo, duas crianças definem um tema – frutas, por exemplo. Depois, escolhem qual fruta cada uma irá representar. Uma pode ser a uva e a outra a pêra. Elas dão as mãos formando um túnel por onde os colegas passam, um atrás do outro, cantando: “Passa, passa três vezes / O último que ficar / Tem mulher e filhos / Que não pode sustentar”. Quando a música acaba, as duas crianças que formam o túnel abaixam os braços prendendo o colega que está passando naquele momento. Sem que os outros escutem, o que foi preso responde à pergunta: “Pêra ou uva?” Depois, ele sai da fila e vai para trás do colega que representa a sua escolha. Ganha a brincadeira quem tiver mais participantes atrás de si.
LEMBRETE As crianças podem escolher, além de frutas, temas como brinquedos, cidades, cores e flores.
CABRA-CEGA*
Quem está de olhos vendados aprimora a audição. As outras crianças aprendem a cooperar quando alertam o amigo sobre os obstáculos que estão pelo caminho
IDADE A partir de 6 anos.
LOCAL Pátio pequeno e livre de objetos (para evitar acidentes).
MATERIAL Uma venda para os olhos.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR A criança escolhida para ser a cabra-cega tem os olhos vendados. Os colegas, que dão as mãos formando um círculo ao redor dela, começam um diálogo com a cabra: “Cabra-cega de onde vieste?” / “Do moinho de vento.” / “Que trouxeste?” / “Fubá e melado.” / “Dá-nos um pouquinho?” / “Não.” / “Então afasta-te.” Assim que dizem isso, as crianças da roda se espalham pelo pátio, desafiando a cabra-cega a encontrá-las. Quando a cabra consegue tocar um dos fugitivos, tira a venda e elege outro para ficar em seu lugar.
* A brincadeira também é chamada de pata-cega.
ELÁSTICO
Na altura do tornozelo, até que é fácil. Craque mesmo é quem consegue dar seus pulos quando o elástico está bem alto
IDADE A partir de 6 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Um elástico de 4 metros com as pontas unidas.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR Duas crianças são escaladas para segurar o elástico. Elas ficam aproximadamente 2 metros de distância uma da outra, com o elástico na altura do tornozelo e com as pernas afastadas. A criança que fica no centro do elástico tem de fazer todos os movimentos combinados com os colegas antes de iniciar a brincadeira. Pode ser pular com os dois pés em cima do elástico, com os dois pés fora dele, saltar com um pé só e depois com o outro etc. Se conseguir, ela passa para a próxima fase: executar a mesma seqüência de movimentos com o elástico colocado em uma altura maior. Do tornozelo passa para a canela, depois para o joelho até chegar à coxa. Se a criança errar, troca de posição com um dos colegas que estão segurando o elástico. Ganha quem chegar mais alto sem errar.
PASSA-ANEL
Uma boa capacidade de observação aliada a um palpite certeiro são fundamentais para se sair bem nessa divertida brincadeira
IDADE A partir de 6 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Um anel.
PARTICIPANTES No mínimo quatro.
COMO BRINCAR Uma criança fica com o anel. As outras se sentam em um banco, uma ao lado da outra, com os braços apoiados no colo e com a palma das mãos unidas. A “dona” do anel passa suas mãos unidas entre as de seus companheiros escolhendo um deles para receber o anel. Ela repete esse movimento algumas vezes – pode até fingir que colocou nas mãos de alguém. Quando resolve parar, abre as mãos mostrando que estão vazias e pergunta para um dos participantes: “Com quem está o anel?” Se o escolhido acertar a resposta, tem direito de passar o anel. Se não, a brincadeira recomeça com o mesmo passador.
AMARELINHA*
Joga, pula e agacha. Assim, a garotada vai do céu ao inferno fazendo ginástica e ficando craque na pontaria
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Giz ou fita adesiva e pedra ou bolinha de papel.
PARTICIPANTES Um ou mais.
COMO BRINCAR Depois de desenhado o diagrama (ao lado) no chão, as crianças determinam uma ordem entre elas. A primeira vai para a área oval chamada de céu e, de lá, atira a sua pedra no número 1. Sem colocar o pé nessa casa, ela atravessa o diagrama ora pulando com os dois pés, quando tiver uma casa ao lado da outra, ora com um só. Quando chega à figura oval onde está escrito inferno, faz o percurso de volta e apanha a pedra, também sem pisar na casa marcada. Em seguida, ela repete o mesmo procedimento em todas as casas. A criança não pode pisar ou jogar a pedra na risca nem atirá-la fora do diagrama. Se isso acontecer, ela perde a vez. Vence quem completar o percurso primeiro.
* A brincadeira também é chamada de amarela, marelinha, academia, cademia, sapata, avião, maré, macaca e pular-macaco.
ARRANCA-RABO
Não tem nada a ver com briga, não! A turma desenvolve a agilidade e o espírito de equipe tentando puxar a fita presa na calça dos adversários
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Fitas de tecido ou de papel.
PARTICIPANTES No mínimo quatro.
COMO BRINCAR O grupo é dividido em dois. Os integrantes de um dos times penduram um pedaço de fita na parte de trás da calça ou da bermuda. Eles serão os fugitivos. Ao sinal do professor, os fugitivos correm tentando impedir que as crianças do time adversário peguem suas fitas. Quando todos os “rabos” forem arrancados, as equipes trocam de papel. Quem era pegador vira fugitivo. Ganha a equipe que demorar menos tempo para arrancar todos os “rabos”.
BANDEIRINHA*
No corre-corre para perseguir e pegar, as crianças desenvolvem a agilidade e a rapidez. E mais: se tornam ótimas estrategistas
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio ou quadra de voleibol.
MATERIAL Duas bandeiras de cores diferentes, que podem ser garrafas PET, por exemplo.
PARTICIPANTES No mínimo quatro.
COMO BRINCAR O grupo é dividido em duas equipes. Cada uma escolhe um campo e coloca a sua “bandeira” no centro da linha de fundo do campo adversário. O objetivo é recuperar a bandeira sem ser tocado. Quem for pego fica parado no lugar até que um colega de equipe se arrisque a salvá-lo. Para isso, basta tocá-lo. Assim, ele fica livre para voltar ao campo de origem ou investir mais uma vez na recuperação da bandeira. O time precisa decidir a melhor estratégia, já que se avançar no campo adversário com muitos jogadores ficará com poucos para defender o seu.
* A brincadeira também é chamada de pique-bandeira, bandeira, rouba-bandeira e bimbarra.
BEIJO, ABRAÇO, APERTO DE MÃO
Surpresa total. As crianças escolhem de olhos fechados quem vão beijar ou abraçar ou de quem vão apertar a mão
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio.
PARTICIPANTES No mínimo quatro.
COMO BRINCAR As crianças ficam sentadas, uma ao lado da outra. Duas delas, eleitas para iniciar a brincadeira, ficam em frente às demais – uma delas com os olhos tapados. A que está vendo aponta para os que estão sentados e pergunta para a colega: “É esse? É esse?” Quando ela responde “sim”, vem a segunda pergunta: “O que você quer dele? Beijo, abraço ou aperto de mão?” A criança interrogada faz a sua escolha, olha para o grupo e descobre quem é. Aí é só beijar ou abraçar o colega ou apertar a mão dele.
BOCA-DE-FORNO
A turma tem de fazer tudo o que o mestre mandar. Quanto mais criativa a tarefa, mais divertido fica
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR Uma das crianças é escolhida para representar o mestre. A brincadeira inicia com ela dizendo: “Boca-de-forno”. E a turma responde: “Forno”. Ela continua: “Tirando o bolo”. E o resto diz: “Bolo”. Ela novamente: “Fareis tudo o que seu mestre mandar?” O grupo fala: “Faremos!” Nesse momento, o mestre dá uma ordem e cada um dos participantes tem de cumpri-la. Ele pode, por exemplo, pedir aos colegas que andem até um determinado ponto e voltem pulando em um pé só ou que busquem algum objeto. O primeiro que chegar se torna o chefe e o último recebe um castigo.
CINCO-MARIAS*
De olho nos saquinhos que estão no chão e nos que são jogados para cima, a molecada ganha em concentração e trabalha a coordenação motora
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Cinco saquinhos recheados com areia ou arroz.
PARTICIPANTES Um ou mais.
COMO BRINCAR Determine a ordem dos participantes. O primeiro joga os cinco saquinhos para cima deixando-os cair aleatoriamente no chão. Na primeira fase, ele escolhe um dos saquinhos e o joga para cima. Antes de pegá-lo de volta, recolhe com a mesma mão um outro que está no chão. Em seguida, joga um dos que estão em sua mão para cima e pega um terceiro, segurando todos juntos na mesma mão. Se o saquinho que está no ar cair, a criança dá a vez para outra. O participante passa para a próxima fase se conseguir segurar todos os saquinhos. Na segunda fase, os saquinhos que estão no chão são pegos de dois em dois. O desafio aumenta na terceira fase. Agora, é preciso lançar um saquinho e pegar três. Depois, jogar um que está na mão e pegar o restante. Na quarta fase, a criança forma com o polegar e o indicador de uma das mãos uma trave de futebol. Com a outra, joga um saquinho para o alto e empurra outro para dentro desse gol antes de pegar o que está no ar. A criança tem de fazer quatro gols em quatro tentativas. A última fase determina os pontos de cada criança. Ela lança os cinco saquinhos ao ar e tenta pegar o máximo possível com as costas da mão. Quantos ficarem em sua mão será o número de pontos.
* A brincadeira também é chamada de jogo das pedrinhas.
QUEIMADA*
A atividade desenvolve a agilidade corporal. Afinal, é preciso se safar das boladas para não sair do jogo. De quebra, a garotada fica boa de mira para acertar o adversário
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio ou quadra de voleibol.
MATERIAL Bola.
PARTICIPANTES No mínimo quatro.
COMO BRINCAR O grupo é dividido em duas equipes, cada uma com o seu campo. Decide-se quem começa com a bola. O objetivo é acertar um participante do time adversário e eliminá-lo. Se a criança conseguir pegar a bola, tem o direito de atirá-la em um jogador da outra equipe. Ganha o time que eliminar todos os participantes da equipe concorrente.
* A brincadeira também é chamada de queima.
CORRIDA DE SACO*
Ganha quem chegar mais rápido, mas nessa corrida ninguém estica as pernas em grandes passadas. A garotada sua mesmo, dando pulos feito canguru
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio ou área livre com cerca de 20 metros.
MATERIAL Sacos de farinha ou de batatas.
PARTICIPANTES No mínimo quatro.
COMO BRINCAR A turma é dividida em equipes. São traçadas duas linhas paralelas com cerca de 18 metros de distância uma da outra. Uma será a marca da partida e a outra da chegada. Cada time recebe um saco. O primeiro corredor “veste” o saco e o segura com as mãos na altura da cintura. Ao sinal de partida, ele sai pulando até a marcação oposta e volta, também pulando. Em seguida, tira o saco e o entrega ao segundo participante. O jogo prossegue assim até que todos os integrantes de uma das equipes completem o percurso e vençam a competição.
* A brincadeira também é chamada de corrida do canguru.
PEGA-PEGA
A meninada vai precisar de fôlego e agilidade para correr do pegador. Para variar, quem for pego também começa a correr atrás dos colegas
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR Uma criança é escolhida para ser o pegador. A turma se dispersa e ela corre atrás dos colegas tentando tocá-los. Se encostar a mão em alguém, esse será o novo pegador. Há algumas variações possíveis. Exemplos: a criança tocada tem de dizer o nome de um colega, que será o novo pegador; e as crianças pegas passam a pegar os colegas também, só que mantendo uma mão no lugar onde foram tocadas.
QUENTE OU FRIO*
Atenção e concentração nas pistas. Só assim a criança encontra o local que os colegas transformaram em esconderijo
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Qualquer objeto.
PARTICIPANTES No mínimo dois.
COMO BRINCAR Os alunos escolhem um colega que se afasta enquanto eles escondem um objeto. A criança é chamada de volta e a turma começa a dar pistas sobre onde está ele. Quando ela se afasta do esconderijo, o grupo diz: “Está frio” ou “Está gelado” (se ela estiver bem longe). Quando se aproxima, a criançada sinaliza falando: “Está quente” ou “Está pelando” (caso esteja muito perto). Quando ela encontra o objeto, o grupo grita: “Pegou!”
* A brincadeira também é chamada de peia-quente.
MÃE-DA-RUA
Nessa brincadeira de perseguição, a turma desenvolve o equilíbrio e ganha rapidez, fugindo do pegador com uma perna só
IDADE A partir de 8 anos.
LOCAL Pátio ou área com cerca de 6 metros.
MATERIAL Giz.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR São traçadas no chão duas linhas paralelas e distantes uma da outra cerca de 4 metros (ou 4 passos). O grupo se divide em dois lados, deixando na área central apenas uma criança, a “mãe da rua”. As demais devem atravessar a “rua” pulando em uma perna. Nesse momento, a “mãe da rua”, que corre com as duas pernas, deve pegá-la. Se ela conseguir, essa criança passa a ajudá-la a capturar os outros que tentam passar de um lado para o outro. Vence quem ficar por último sem ser pego.
CORDA
As crianças não param com os pés no chão com essa série de brincadeiras que desenvolve o ritmo e a capacidade aeróbica
IDADE A partir de 8 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Corda de sisal, náilon ou elástico com aproximadamente 4 metros de comprimento.
PARTICIPANTES No mínimo dois (se uma ponta da corda ficar amarrada).
COMO BRINCAR Aumenta-aumenta: duas crianças seguram a corda pelas pontas bem próxima ao chão e as outras pulam. A altura da corda vai aumentando aos poucos. A brincadeira termina quando resta apenas um participante capaz de pular a corda àquela altura. Chicotinho queimado: o grupo se organiza em um círculo e uma criança fica no centro segurando a corda por uma das pontas. Ela gira a corda rente ao chão e as outras pulam. Vence quem nunca for tocado pela corda. Zerinho: duas crianças batem a corda. O objetivo dos outros participantes é passar pela corda sem esbarrar nela calculando a altura e a velocidade ideais. Foguinho: duas crianças começam batendo corda em um ritmo e, aos poucos, aumentam a velocidade. Termina quando a criança esbarrar na corda. Pular corda: se a criança não sabe começar a pular com a corda já em movimento, peça para ela se posicionar ao lado da corda, rente ao chão, e só então os colegas começam a bater. Para entrar na brincadeira com a corda em movimento, é preciso esperar que ela fique no alto. A brincadeira fica mais divertida se a garotada marcar o ritmo e o tempo com ladainhas como essas: “Salada, saladinha / Bem temperadinha / Sal, pimenta, salsa e cebolinha / É um, é dois, é três”; “Abacaxi-xi-xi / Quem não entra / É um saci / Beterraba-raba-raba / Quem não sai é uma diaba”; “Um homem bateu à minha porta / E eu abri / Senhoras e senhores / Dá uma voltinha (e a criança, dentro da corda, dá uma volta)/ Senhoras e senhores / Pule num pé só (e a criança, dentro da corda, pula com um pé só) / Senhoras e senhores / Põe a mão no chão (e a criança, dentro da corda, põe a mão no chão) / E vai para o olho da rua” (e a criança tem de “sair” da corda).
FONTE: http://revistaescola.abril.com.br
Diversão que ainda encanta
Amarelinha, cabra-cega, barra-manteiga... Brincadeiras que divertiam você, seus pais e avós hoje são parte da cultura popular. Que tal levá-las para a escola?
Os nomes podem até variar de um lugar para outro, mas as brincadeiras populares estão presentes em todo o país. De tão importantes, elas são estudadas por diversos pesquisadores e reunidas em dezenas de livros. Mais comuns no passado ou nas cidades menores, essas brincadeiras ensinam as crianças a aceitar derrotas e, claro, a vibrar com as vitórias. Há opções para alunos a partir dos 4 anos, que já são capazes de seguir regras fáceis. Por volta de 6 ou 7 anos, jogos mais complicados, como a amarelinha, são sucesso garantido.
AGACHA-AGACHA
Nessa brincadeira de perseguição, a criançada corre, agacha e levanta, aperfeiçoando os movimentos
IDADE A partir de 4 anos.
LOCAL Pátio ou outro espaço amplo.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR Uma criança é eleita o pegador. Para não serem apanhadas, as demais fogem e se agacham. Quando o pegador consegue tocar um colega que está em pé, passa sua função a ele. Não há um vencedor. A brincadeira acaba quando as crianças se cansam.
BALANÇA-CAIXÃO
Aqui entra corrida, agacha e levanta e até um esconde-esconde. A garotada ganha agilidade e capacidade de desenvolver os movimentos
IDADE A partir de 4 anos.
LOCAL Pátio ou outro espaço amplo com lugares para servir de esconderijo.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR Um integrante do grupo é escolhido o rei e se senta em uma cadeira ou em um muro baixo. Outro participante é eleito o servo. Ele se ajoelha de frente para o rei e apóia o rosto em seu colo. Os demais formam uma fila atrás do servo, cada um apoiando a cara nas costas do companheiro da frente. Todos recitam: “Balança, caixão / Balança você / Dá um tapa nas costas / E vai se esconder”. O último da fila dá um tapa nas costas do que está na sua frente e se esconde. Uma a uma, as crianças vão repetindo essa ação até que todas estejam escondidas. É a vez, então, do servo sair à procura dos colegas. Ganha quem for pego por último. A brincadeira recomeça com a escolha de outras crianças para representar os personagens.
LEMBRETE Se o pátio da escola não oferece cantinhos para a garotada se esconder, improvise montando “trincheiras” com panos estendidos sobre cadeiras.
ELEFANTINHO COLORIDO
Azul, vermelho, verde, amarelo... Qualquer objeto com essas cores se transforma em pique. A atividade exige atenção e agilidade para correr e não ser pego
IDADE A partir de 4 anos.
LOCAL Ambiente espaçoso e colorido.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR Uma criança é escolhida para comandar. Ela fica na frente das demais e diz: “Elefantinho colorido!” O grupo responde: “Que cor?” O comandante escolhe uma cor e os demais saem correndo para tocar em algo que tenha aquela tonalidade. Sorte de quem tiver a cor na roupa: já está no pique! Se o pegador encostar em uma criança antes de ela chegar à cor, é capturada. O comandante tem de escolher uma cor que não está num local de fácil acesso para dificultar o trabalho dos demais. Vence a brincadeira quem ficar por último.
ESTÁTUA
Vale fazer micagens e até cócegas em quem vira estátua. Vence quem ficar imóvel mesmo com tamanha provocação
IDADE A partir de 4 anos.
LOCAL Pátio.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR Uma criança é eleita o líder. As demais andam livremente pelo pátio até que ela diga: “1, 2, 3, estátua!” Nesse momento, elas param no lugar fazendo uma pose. O líder escolhe um colega e faz de tudo para que ele se mexa. Só não vale empurrar. Quem resistir às caretas e cócegas ficando imóvel é declarado o vencedor e assume a posição de líder.
BARRA-MANTEIGA
A molecada vai correr a valer e trabalhar com um novo conceito de equipe, já que durante a brincadeira todo mundo pode passar de um time para o outro
IDADE A partir de 5 anos.
LOCAL Pátio ou área com mais de 17 metros de comprimento.
PARTICIPANTES No mínimo quatro.
COMO BRINCAR Trace duas linhas paralelas distantes 15 metros (ou 15 passos) uma da outra. Atrás dessas marcações ficam as crianças, divididas em dois grupos com o mesmo número de integrantes, umas de frente para as outras. Dado o sinal, um aluno do grupo escolhido para começar vai até o limite do outro time, onde estão todos com os braços estendidos e com a palma da mão virada para cima, e recita: “Barra-manteiga / Na fuça da nega / Minha mãe / Mandou bater / Nesta daqui / Um, dois, três.” Ele bate na palma da mão de um dos colegas e foge para o seu território. O adversário tem de correr atrás dele e tentar pegá-lo. Se isso acontecer, o desafiante é incorporado à equipe adversária. Caso contrário, é a vez do desafiado fazer o mesmo com alguém do outro time. A linha nunca deve ser invadida pelo perseguidor. Caso aconteça, ele é capturado. Vence o time que ficar com mais gente.
LEMBRETE Se o número de crianças for ímpar, participe você também da atividade.
BATATA QUENTE
Para não “morrer” com a bola na mão, as crianças precisam se concentrar e coordenar os movimentos ao ritmo da fala
IDADE A partir de 5 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Bola.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR O grupo fica em círculo, sentado ou em pé. Uma criança fica fora da roda, de costas ou com os olhos vendados, dizendo a frase: “Batata quente, quente, quente... queimou!” Enquanto isso, os demais vão passando a bola de mão em mão até ouvirem a palavra “queimou”. Quem estiver com a bola nesse momento sai da roda. Ganha o último que sobrar.
LEMBRETE Uma opção é pedir para as crianças mudarem o ritmo com que dizem a frase. As que estão na roda têm de passar a bola de mão em mão mais rápido ou devagar, conforme a fala.
CARACOL
Essa atividade é um ensaio para a amarelinha. A meninada desenvolve o equilíbrio fazendo todo o percurso pulando com um pé só
IDADE A partir de 5 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Giz para riscar o chão e pedrinhas.
PARTICIPANTES No mínimo dois.
COMO BRINCAR Depois de desenhado o diagrama ( ao lado) no chão, as crianças determinam uma ordem entre elas. A primeira joga a sua pedrinha no número 1. O objetivo é percorrer todo o caracol pulando com um pé só em todas as casas – só não pode pisar naquela em que está a pedrinha. Quando chega ao “céu”, ela descansa e retorna da mesma maneira: pulando em cada casa até o número 1. Ela agacha, apanha a pedrinha e pula para fora do caracol. Para continuar a brincadeira, ela joga a pedrinha no número 2 e assim por diante. Ela não pode pisar ou jogar a pedrinha na risca nem atirá-la fora do diagrama. Se isso acontecer, perde a vez. Vence quem completar o percurso primeiro.
PASSA, PASSA TRÊS VEZES
Essa brincadeira é pura adivinhação. Mas, quem conhece o gosto dos colegas pode levar vantagem nessa hora
IDADE A partir de 5 anos.
LOCAL Pátio.
PARTICIPANTES No mínimo cinco.
COMO BRINCAR Em segredo, duas crianças definem um tema – frutas, por exemplo. Depois, escolhem qual fruta cada uma irá representar. Uma pode ser a uva e a outra a pêra. Elas dão as mãos formando um túnel por onde os colegas passam, um atrás do outro, cantando: “Passa, passa três vezes / O último que ficar / Tem mulher e filhos / Que não pode sustentar”. Quando a música acaba, as duas crianças que formam o túnel abaixam os braços prendendo o colega que está passando naquele momento. Sem que os outros escutem, o que foi preso responde à pergunta: “Pêra ou uva?” Depois, ele sai da fila e vai para trás do colega que representa a sua escolha. Ganha a brincadeira quem tiver mais participantes atrás de si.
LEMBRETE As crianças podem escolher, além de frutas, temas como brinquedos, cidades, cores e flores.
CABRA-CEGA*
Quem está de olhos vendados aprimora a audição. As outras crianças aprendem a cooperar quando alertam o amigo sobre os obstáculos que estão pelo caminho
IDADE A partir de 6 anos.
LOCAL Pátio pequeno e livre de objetos (para evitar acidentes).
MATERIAL Uma venda para os olhos.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR A criança escolhida para ser a cabra-cega tem os olhos vendados. Os colegas, que dão as mãos formando um círculo ao redor dela, começam um diálogo com a cabra: “Cabra-cega de onde vieste?” / “Do moinho de vento.” / “Que trouxeste?” / “Fubá e melado.” / “Dá-nos um pouquinho?” / “Não.” / “Então afasta-te.” Assim que dizem isso, as crianças da roda se espalham pelo pátio, desafiando a cabra-cega a encontrá-las. Quando a cabra consegue tocar um dos fugitivos, tira a venda e elege outro para ficar em seu lugar.
* A brincadeira também é chamada de pata-cega.
ELÁSTICO
Na altura do tornozelo, até que é fácil. Craque mesmo é quem consegue dar seus pulos quando o elástico está bem alto
IDADE A partir de 6 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Um elástico de 4 metros com as pontas unidas.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR Duas crianças são escaladas para segurar o elástico. Elas ficam aproximadamente 2 metros de distância uma da outra, com o elástico na altura do tornozelo e com as pernas afastadas. A criança que fica no centro do elástico tem de fazer todos os movimentos combinados com os colegas antes de iniciar a brincadeira. Pode ser pular com os dois pés em cima do elástico, com os dois pés fora dele, saltar com um pé só e depois com o outro etc. Se conseguir, ela passa para a próxima fase: executar a mesma seqüência de movimentos com o elástico colocado em uma altura maior. Do tornozelo passa para a canela, depois para o joelho até chegar à coxa. Se a criança errar, troca de posição com um dos colegas que estão segurando o elástico. Ganha quem chegar mais alto sem errar.
PASSA-ANEL
Uma boa capacidade de observação aliada a um palpite certeiro são fundamentais para se sair bem nessa divertida brincadeira
IDADE A partir de 6 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Um anel.
PARTICIPANTES No mínimo quatro.
COMO BRINCAR Uma criança fica com o anel. As outras se sentam em um banco, uma ao lado da outra, com os braços apoiados no colo e com a palma das mãos unidas. A “dona” do anel passa suas mãos unidas entre as de seus companheiros escolhendo um deles para receber o anel. Ela repete esse movimento algumas vezes – pode até fingir que colocou nas mãos de alguém. Quando resolve parar, abre as mãos mostrando que estão vazias e pergunta para um dos participantes: “Com quem está o anel?” Se o escolhido acertar a resposta, tem direito de passar o anel. Se não, a brincadeira recomeça com o mesmo passador.
AMARELINHA*
Joga, pula e agacha. Assim, a garotada vai do céu ao inferno fazendo ginástica e ficando craque na pontaria
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Giz ou fita adesiva e pedra ou bolinha de papel.
PARTICIPANTES Um ou mais.
COMO BRINCAR Depois de desenhado o diagrama (ao lado) no chão, as crianças determinam uma ordem entre elas. A primeira vai para a área oval chamada de céu e, de lá, atira a sua pedra no número 1. Sem colocar o pé nessa casa, ela atravessa o diagrama ora pulando com os dois pés, quando tiver uma casa ao lado da outra, ora com um só. Quando chega à figura oval onde está escrito inferno, faz o percurso de volta e apanha a pedra, também sem pisar na casa marcada. Em seguida, ela repete o mesmo procedimento em todas as casas. A criança não pode pisar ou jogar a pedra na risca nem atirá-la fora do diagrama. Se isso acontecer, ela perde a vez. Vence quem completar o percurso primeiro.
* A brincadeira também é chamada de amarela, marelinha, academia, cademia, sapata, avião, maré, macaca e pular-macaco.
ARRANCA-RABO
Não tem nada a ver com briga, não! A turma desenvolve a agilidade e o espírito de equipe tentando puxar a fita presa na calça dos adversários
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Fitas de tecido ou de papel.
PARTICIPANTES No mínimo quatro.
COMO BRINCAR O grupo é dividido em dois. Os integrantes de um dos times penduram um pedaço de fita na parte de trás da calça ou da bermuda. Eles serão os fugitivos. Ao sinal do professor, os fugitivos correm tentando impedir que as crianças do time adversário peguem suas fitas. Quando todos os “rabos” forem arrancados, as equipes trocam de papel. Quem era pegador vira fugitivo. Ganha a equipe que demorar menos tempo para arrancar todos os “rabos”.
BANDEIRINHA*
No corre-corre para perseguir e pegar, as crianças desenvolvem a agilidade e a rapidez. E mais: se tornam ótimas estrategistas
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio ou quadra de voleibol.
MATERIAL Duas bandeiras de cores diferentes, que podem ser garrafas PET, por exemplo.
PARTICIPANTES No mínimo quatro.
COMO BRINCAR O grupo é dividido em duas equipes. Cada uma escolhe um campo e coloca a sua “bandeira” no centro da linha de fundo do campo adversário. O objetivo é recuperar a bandeira sem ser tocado. Quem for pego fica parado no lugar até que um colega de equipe se arrisque a salvá-lo. Para isso, basta tocá-lo. Assim, ele fica livre para voltar ao campo de origem ou investir mais uma vez na recuperação da bandeira. O time precisa decidir a melhor estratégia, já que se avançar no campo adversário com muitos jogadores ficará com poucos para defender o seu.
* A brincadeira também é chamada de pique-bandeira, bandeira, rouba-bandeira e bimbarra.
BEIJO, ABRAÇO, APERTO DE MÃO
Surpresa total. As crianças escolhem de olhos fechados quem vão beijar ou abraçar ou de quem vão apertar a mão
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio.
PARTICIPANTES No mínimo quatro.
COMO BRINCAR As crianças ficam sentadas, uma ao lado da outra. Duas delas, eleitas para iniciar a brincadeira, ficam em frente às demais – uma delas com os olhos tapados. A que está vendo aponta para os que estão sentados e pergunta para a colega: “É esse? É esse?” Quando ela responde “sim”, vem a segunda pergunta: “O que você quer dele? Beijo, abraço ou aperto de mão?” A criança interrogada faz a sua escolha, olha para o grupo e descobre quem é. Aí é só beijar ou abraçar o colega ou apertar a mão dele.
BOCA-DE-FORNO
A turma tem de fazer tudo o que o mestre mandar. Quanto mais criativa a tarefa, mais divertido fica
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR Uma das crianças é escolhida para representar o mestre. A brincadeira inicia com ela dizendo: “Boca-de-forno”. E a turma responde: “Forno”. Ela continua: “Tirando o bolo”. E o resto diz: “Bolo”. Ela novamente: “Fareis tudo o que seu mestre mandar?” O grupo fala: “Faremos!” Nesse momento, o mestre dá uma ordem e cada um dos participantes tem de cumpri-la. Ele pode, por exemplo, pedir aos colegas que andem até um determinado ponto e voltem pulando em um pé só ou que busquem algum objeto. O primeiro que chegar se torna o chefe e o último recebe um castigo.
CINCO-MARIAS*
De olho nos saquinhos que estão no chão e nos que são jogados para cima, a molecada ganha em concentração e trabalha a coordenação motora
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Cinco saquinhos recheados com areia ou arroz.
PARTICIPANTES Um ou mais.
COMO BRINCAR Determine a ordem dos participantes. O primeiro joga os cinco saquinhos para cima deixando-os cair aleatoriamente no chão. Na primeira fase, ele escolhe um dos saquinhos e o joga para cima. Antes de pegá-lo de volta, recolhe com a mesma mão um outro que está no chão. Em seguida, joga um dos que estão em sua mão para cima e pega um terceiro, segurando todos juntos na mesma mão. Se o saquinho que está no ar cair, a criança dá a vez para outra. O participante passa para a próxima fase se conseguir segurar todos os saquinhos. Na segunda fase, os saquinhos que estão no chão são pegos de dois em dois. O desafio aumenta na terceira fase. Agora, é preciso lançar um saquinho e pegar três. Depois, jogar um que está na mão e pegar o restante. Na quarta fase, a criança forma com o polegar e o indicador de uma das mãos uma trave de futebol. Com a outra, joga um saquinho para o alto e empurra outro para dentro desse gol antes de pegar o que está no ar. A criança tem de fazer quatro gols em quatro tentativas. A última fase determina os pontos de cada criança. Ela lança os cinco saquinhos ao ar e tenta pegar o máximo possível com as costas da mão. Quantos ficarem em sua mão será o número de pontos.
* A brincadeira também é chamada de jogo das pedrinhas.
QUEIMADA*
A atividade desenvolve a agilidade corporal. Afinal, é preciso se safar das boladas para não sair do jogo. De quebra, a garotada fica boa de mira para acertar o adversário
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio ou quadra de voleibol.
MATERIAL Bola.
PARTICIPANTES No mínimo quatro.
COMO BRINCAR O grupo é dividido em duas equipes, cada uma com o seu campo. Decide-se quem começa com a bola. O objetivo é acertar um participante do time adversário e eliminá-lo. Se a criança conseguir pegar a bola, tem o direito de atirá-la em um jogador da outra equipe. Ganha o time que eliminar todos os participantes da equipe concorrente.
* A brincadeira também é chamada de queima.
CORRIDA DE SACO*
Ganha quem chegar mais rápido, mas nessa corrida ninguém estica as pernas em grandes passadas. A garotada sua mesmo, dando pulos feito canguru
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio ou área livre com cerca de 20 metros.
MATERIAL Sacos de farinha ou de batatas.
PARTICIPANTES No mínimo quatro.
COMO BRINCAR A turma é dividida em equipes. São traçadas duas linhas paralelas com cerca de 18 metros de distância uma da outra. Uma será a marca da partida e a outra da chegada. Cada time recebe um saco. O primeiro corredor “veste” o saco e o segura com as mãos na altura da cintura. Ao sinal de partida, ele sai pulando até a marcação oposta e volta, também pulando. Em seguida, tira o saco e o entrega ao segundo participante. O jogo prossegue assim até que todos os integrantes de uma das equipes completem o percurso e vençam a competição.
* A brincadeira também é chamada de corrida do canguru.
PEGA-PEGA
A meninada vai precisar de fôlego e agilidade para correr do pegador. Para variar, quem for pego também começa a correr atrás dos colegas
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR Uma criança é escolhida para ser o pegador. A turma se dispersa e ela corre atrás dos colegas tentando tocá-los. Se encostar a mão em alguém, esse será o novo pegador. Há algumas variações possíveis. Exemplos: a criança tocada tem de dizer o nome de um colega, que será o novo pegador; e as crianças pegas passam a pegar os colegas também, só que mantendo uma mão no lugar onde foram tocadas.
QUENTE OU FRIO*
Atenção e concentração nas pistas. Só assim a criança encontra o local que os colegas transformaram em esconderijo
IDADE A partir de 7 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Qualquer objeto.
PARTICIPANTES No mínimo dois.
COMO BRINCAR Os alunos escolhem um colega que se afasta enquanto eles escondem um objeto. A criança é chamada de volta e a turma começa a dar pistas sobre onde está ele. Quando ela se afasta do esconderijo, o grupo diz: “Está frio” ou “Está gelado” (se ela estiver bem longe). Quando se aproxima, a criançada sinaliza falando: “Está quente” ou “Está pelando” (caso esteja muito perto). Quando ela encontra o objeto, o grupo grita: “Pegou!”
* A brincadeira também é chamada de peia-quente.
MÃE-DA-RUA
Nessa brincadeira de perseguição, a turma desenvolve o equilíbrio e ganha rapidez, fugindo do pegador com uma perna só
IDADE A partir de 8 anos.
LOCAL Pátio ou área com cerca de 6 metros.
MATERIAL Giz.
PARTICIPANTES No mínimo três.
COMO BRINCAR São traçadas no chão duas linhas paralelas e distantes uma da outra cerca de 4 metros (ou 4 passos). O grupo se divide em dois lados, deixando na área central apenas uma criança, a “mãe da rua”. As demais devem atravessar a “rua” pulando em uma perna. Nesse momento, a “mãe da rua”, que corre com as duas pernas, deve pegá-la. Se ela conseguir, essa criança passa a ajudá-la a capturar os outros que tentam passar de um lado para o outro. Vence quem ficar por último sem ser pego.
CORDA
As crianças não param com os pés no chão com essa série de brincadeiras que desenvolve o ritmo e a capacidade aeróbica
IDADE A partir de 8 anos.
LOCAL Pátio.
MATERIAL Corda de sisal, náilon ou elástico com aproximadamente 4 metros de comprimento.
PARTICIPANTES No mínimo dois (se uma ponta da corda ficar amarrada).
COMO BRINCAR Aumenta-aumenta: duas crianças seguram a corda pelas pontas bem próxima ao chão e as outras pulam. A altura da corda vai aumentando aos poucos. A brincadeira termina quando resta apenas um participante capaz de pular a corda àquela altura. Chicotinho queimado: o grupo se organiza em um círculo e uma criança fica no centro segurando a corda por uma das pontas. Ela gira a corda rente ao chão e as outras pulam. Vence quem nunca for tocado pela corda. Zerinho: duas crianças batem a corda. O objetivo dos outros participantes é passar pela corda sem esbarrar nela calculando a altura e a velocidade ideais. Foguinho: duas crianças começam batendo corda em um ritmo e, aos poucos, aumentam a velocidade. Termina quando a criança esbarrar na corda. Pular corda: se a criança não sabe começar a pular com a corda já em movimento, peça para ela se posicionar ao lado da corda, rente ao chão, e só então os colegas começam a bater. Para entrar na brincadeira com a corda em movimento, é preciso esperar que ela fique no alto. A brincadeira fica mais divertida se a garotada marcar o ritmo e o tempo com ladainhas como essas: “Salada, saladinha / Bem temperadinha / Sal, pimenta, salsa e cebolinha / É um, é dois, é três”; “Abacaxi-xi-xi / Quem não entra / É um saci / Beterraba-raba-raba / Quem não sai é uma diaba”; “Um homem bateu à minha porta / E eu abri / Senhoras e senhores / Dá uma voltinha (e a criança, dentro da corda, dá uma volta)/ Senhoras e senhores / Pule num pé só (e a criança, dentro da corda, pula com um pé só) / Senhoras e senhores / Põe a mão no chão (e a criança, dentro da corda, põe a mão no chão) / E vai para o olho da rua” (e a criança tem de “sair” da corda).
Acompanhando o aprendizado da criança em casa.
Os pequenos aprendizes constroem uma verdadeira sopa de letras.Misturam tudo, escrevem palavras só com vogais, outras só com consoantes, apaixonam-se por uma letra, e fazem questão de usá-la sempre.Também podem não admitir por exemplo, escrever BOI com 3 letras e FORMIGA com 7, pois um animal grande requer muitas letras, e a formiga, tão pequena, deve ser curtinha.Às vezes, acham impossível uma palavra ter menos que três letras."OI"no caderno de uma criança, pode surgir num rabisco enorme. "brigadeiro" talvez talvez fique melhor numa combinação mais reduzida como BIGADRO de Fabiana 6 anos. E a ortografia vira uma festa: CASA vira KASA e GALINHA vira AHALINHA.
Acompanhar essas tentativas da criança "dá nervoso". " Você tem a impressão de que a criança não vai aprender nunca.A aflição a leva a cometer enganos, como ocorre com muitos pais ansiosos de ver os filhos a ler e escrever. apaga os "erros"do filho cometidos pelo filho, como BOLXA(bolacha) e BORAXA (borracha). "não é assim, e passava a borracha, soletrando para ele a grafia certa. Depois aprende que essa correção deve ser ponderada. Os pais têm de pensar no que representa esse esforço de aprendendizado. No começo, a criança está tão aflita tentando entender a escrita do adulto que quando consegue colocar algo no papel fica absolutamente feliz, Aos pais ansiosos; "Quando a criança errar, escreva em um papel à parte a palavra correta para que ela tente perceber onde errou. Soletrar não ajuda, porque é uma atividade mecânica e não faz pensar na palavra".
Acompanhar essas tentativas da criança "dá nervoso". " Você tem a impressão de que a criança não vai aprender nunca.A aflição a leva a cometer enganos, como ocorre com muitos pais ansiosos de ver os filhos a ler e escrever. apaga os "erros"do filho cometidos pelo filho, como BOLXA(bolacha) e BORAXA (borracha). "não é assim, e passava a borracha, soletrando para ele a grafia certa. Depois aprende que essa correção deve ser ponderada. Os pais têm de pensar no que representa esse esforço de aprendendizado. No começo, a criança está tão aflita tentando entender a escrita do adulto que quando consegue colocar algo no papel fica absolutamente feliz, Aos pais ansiosos; "Quando a criança errar, escreva em um papel à parte a palavra correta para que ela tente perceber onde errou. Soletrar não ajuda, porque é uma atividade mecânica e não faz pensar na palavra".
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Receita de massinha de modelar.
Ingredientes:
• 2 xícaras de farinha de trigo;
• meia xícara de sal;
• 1 xícara de água;
• 1 colher de óleo;
A própria criança poderá fazê-la. Basta juntar todos os ingredientes e amassá-los. Se quiser colorí-la, acrescentar tinta guache da cor desejada. ( a quantidade de tinta fica de acordo com a tonalidade desejada, vá dosando até chegar a cor ideal...)
ESTA BRINCADEIRA ESTIMULA :
• Criatividade;
• Motricidade,
• Controle da força muscular,
• Aquisição de conceitos: constância da massa, causa e efeito,
• Atenção, concentração...
• 2 xícaras de farinha de trigo;
• meia xícara de sal;
• 1 xícara de água;
• 1 colher de óleo;
A própria criança poderá fazê-la. Basta juntar todos os ingredientes e amassá-los. Se quiser colorí-la, acrescentar tinta guache da cor desejada. ( a quantidade de tinta fica de acordo com a tonalidade desejada, vá dosando até chegar a cor ideal...)
ESTA BRINCADEIRA ESTIMULA :
• Criatividade;
• Motricidade,
• Controle da força muscular,
• Aquisição de conceitos: constância da massa, causa e efeito,
• Atenção, concentração...
Siga os Passos dessa "Quadrilha"
1 Os cavaleiros cumprimentam as damas.
2 As damas cumprimentam os cavaleiros.
3 Cavaleiros ao meio.
4 Balanceio.
5 Faz que vai mas não vai.
6 Olha o duplo.
7 Cavaleiros do lado direito das damas.
8 Formar a grande roda.
9 As damas pra dentro cavaleiros pra fora.
10 Formar a grande estrela.
11 Caminho da festa.
12 Formar um grande círculo.
13 As damas com as mãos para trás.
14 Passar as damas para trás.
15 Caminho da festa.
16 Olha o túnel.
17 Formar grande roda.
18 Cavaleiros pra dentro damas pra fora.
19 Formar grande estrela.
20 Caminho da festa Caminho da festa.
21 As damas passam os cavaleiros pra frente.
22 Olha a chuva.
23 Já parou.
24 A ponte quebrou.
25 É mentira.
26 Olha a cobra.
27 Já matou.
28 Direita com direita.
29 Damas ao passeio.
30 Cavaleiros ao passeio.
31 Passeio geral.
32 Vai começar o grande baile.
33 Começou o miudinho.
34 Entra os padrinhos.
35 O padrinho com a noiva.
36 Baile Geral.
37 Caminho da roça.
(*)Trecho retirado do site Jangada Brasil.
2 As damas cumprimentam os cavaleiros.
3 Cavaleiros ao meio.
4 Balanceio.
5 Faz que vai mas não vai.
6 Olha o duplo.
7 Cavaleiros do lado direito das damas.
8 Formar a grande roda.
9 As damas pra dentro cavaleiros pra fora.
10 Formar a grande estrela.
11 Caminho da festa.
12 Formar um grande círculo.
13 As damas com as mãos para trás.
14 Passar as damas para trás.
15 Caminho da festa.
16 Olha o túnel.
17 Formar grande roda.
18 Cavaleiros pra dentro damas pra fora.
19 Formar grande estrela.
20 Caminho da festa Caminho da festa.
21 As damas passam os cavaleiros pra frente.
22 Olha a chuva.
23 Já parou.
24 A ponte quebrou.
25 É mentira.
26 Olha a cobra.
27 Já matou.
28 Direita com direita.
29 Damas ao passeio.
30 Cavaleiros ao passeio.
31 Passeio geral.
32 Vai começar o grande baile.
33 Começou o miudinho.
34 Entra os padrinhos.
35 O padrinho com a noiva.
36 Baile Geral.
37 Caminho da roça.
(*)Trecho retirado do site Jangada Brasil.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Frases
“Brincar com as crianças não é perder tempo, é ganhá-lo, se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados, em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem.”
Carlos Drummond de Andrade
"Deficiente"
Deficiente"
É aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco"
É quem não procura ser feliz.
"Cego"
É aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
"Surdo"
É aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão.
"Mudo"
É aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico"
É quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético"
É quem não consegue ser doce.
"Anão"
É quem não sabe deixar o amor crescer.
É aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco"
É quem não procura ser feliz.
"Cego"
É aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
"Surdo"
É aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão.
"Mudo"
É aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico"
É quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético"
É quem não consegue ser doce.
"Anão"
É quem não sabe deixar o amor crescer.
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